{"id":18766,"date":"2011-11-30T09:41:46","date_gmt":"2011-11-30T12:41:46","guid":{"rendered":"http:\/\/planetaorganico.com.br\/site\/?p=18766"},"modified":"2011-12-20T15:36:20","modified_gmt":"2011-12-20T18:36:20","slug":"12-dezembro-2011","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/12-dezembro-2011\/","title":{"rendered":"12 Dezembro 2011"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/01-dezembro-2011\/\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-10127\" title=\"Clique\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2010\/04\/Clique.jpg\" alt=\"\" width=\"182\" height=\"41\" \/><\/a><\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; font-style: italic; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Encontro elabora proposta para isen\u00e7\u00e3o de tributo dos produtos da sociobiodiversidade<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Representantes do Governo Federal, do com\u00e9rcio varejista, da ind\u00fastria e de cooperativas, se reuniram nesta quinta-feira (1\u00ba), na sede da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em Bras\u00edlia (DF), para elaborar uma proposta que desonere a carga tribut\u00e1ria que atinge toda a cadeia produtiva dos produtos extrativistas da biodiversidade brasileira. A meta \u00e9, a partir da elabora\u00e7\u00e3o da proposta, colocar o tema da insen\u00e7\u00e3o de impostos no debate do Governo Federal. A pauta est\u00e1 entre o conjunto de a\u00e7\u00f5es previstas no Plano Nacional de Promo\u00e7\u00e3o de Produtos da Sociobiodiversidade (PNPSB).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O diretor de Gera\u00e7\u00e3o de Renda e Agrega\u00e7\u00e3o de Valor da Secretaria da Agricultura Familiar do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio (SAF\/MDA), Anoldo de Campos, disse que \u00e9 preciso pensar em como reduzir os custos com impostos dos produtos e tamb\u00e9m torn\u00e1-los atrativos para as ind\u00fastrias do ponto de vista tribut\u00e1rio. &#8220;Hoje o mercado institucional est\u00e1 comprando da sociobiodiversidade. Em 2011, s\u00e3o mais de R$ 10 milh\u00f5es disponbilizados para adquirir produtos deste segmento pelo governo, o que j\u00e1 \u00e9 um grande avan\u00e7o. Os card\u00e1pios das escolas tamb\u00e9m est\u00e3o sendo enriquecidos com produtos da florestas.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O diretor citou como oportunidades de mercado no Brasil os eventos Rio+20, que ser\u00e1 realizado em junho de 2012, a Copa das Confedera\u00e7\u00f5es em 2013, \u00a0e a Copa do Mundo de 2014.&#8221;A expectativa \u00e9 receber aproximadamente 1,5 milh\u00e3o de turistas nestes grandes eventos mundiais. Vamos propor algo que garanta a competividade para o extrativista dentro de uma l\u00f3gica de preserva\u00e7\u00e3o dos bioma e da gera\u00e7\u00e3o de renda. Queremos as cooperativas atuando na organiza\u00e7\u00e3o de toda essa cadeia produtiva junto ao p\u00fablico alvo do Plano da Sociobiodiversidade, para que ela possa atuar de forma efetiva nesses mercado&#8221;, enfatizou Arndolo de Campos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O resultado de um estudo de refer\u00eancia sobre o tema &#8220;Carga Tribut\u00e1ria das Cadeias Produtivas do Extrativismo n\u00e3o Madeireiro&#8221;, elaborado pela consultora em Cadeias produtivas, Edna Carm\u00e9lio, foi apresentado durante o encontro. De acordo com o documento, a al\u00edquota hoje sobre os produtos da cadeia produtiva extrativista varia em m\u00e9dia de 17% a 43%. A castanha do Brasil foi refer\u00eancia no estudo como um dos produtos da biodiversidade com alto custo de produ\u00e7\u00e3o &#8211; que vai desde o beneficiamento da am\u00eandoa at\u00e9 chegar no consumidor &#8211; a m\u00e9dia da participa\u00e7ao do tributo nos custos de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de 24%. &#8220;A ideia com essa desonera\u00e7ao \u00e9 poder levar os produtos de uma regi\u00e3o para outra, aproximar mercados e fazer com que estes tenham acesso \u00e0 produtos extrativistas de qualidade, que agregam um alto valor nutritivo e nutricional, de forma que o extrativista seja beneficiado&#8221;, destacou Edna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para garantir a seguran\u00e7a na comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos no brasil, atualmente, existem tribura\u00e7\u00f5es espec\u00edficas no governo. No que diz respeito \u00e0\u00a0 cadeia produtiva do biodiesel, a aquisi\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria prima do setor garante \u00e0 compradora a redu\u00e7\u00e3o no pagamento dos impostos PIS e PASEP e Confins. Na merenda escolar, o conv\u00eanio entre o estado e a Confaz possibilita a isen\u00e7\u00e3o de ICMS sobre os produtos adquiridos da agricultura familiar para a alimenta\u00e7a\u00f5 escolar. Esta a\u00e7\u00e3o depende da ades\u00e3o dos estados. Entre os desafios apontados no estudo para implementar a proposta, est\u00e1 a altera\u00e7\u00e3o em leis e normas que regem o tema tribut\u00e1rio no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: small;\">Principais tributos<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os impostos que incidem diretamente sobre os produtos extrativistas s\u00e3o os indiretos: previd\u00eancia rural (2,3%, obriga\u00e7\u00e3o de recolhimento do comprador, PIS\/PASEP e CONFINS, IPI (isento para os produtos do extrativismo), contribui\u00e7\u00f5es trabalhistas e sociais, ICMS e ISS (esse imposto \u00e9 municipal e varia de 2% a 5%, n\u00e3o incide sobre a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de cooperativas e cooperados). J\u00e1 os tributos que incidem sobre o faturamento da empresa s\u00e3o o Imposto de Renda Pessoa Jur\u00eddica (IRPJ) e a Contribui\u00e7\u00e3o Social sobre o Lucro L\u00edquido (CSLL).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: small;\">Plano da Sociobiodiversidade<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Plano Nacional de Promo\u00e7\u00e3o das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade (PNPSB) \u00e9 coordenado pelos minist\u00e9rios do Desenvolvimento Agr\u00e1rio (MDA), Meio Ambiente (MMA), Desenvolvimento Social e Combate \u00e0 Fome (MDS) e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Plano Nacional \u00e9 fruto de esfor\u00e7o coletivo, envolvendo tamb\u00e9m outros Minist\u00e9rios e setores nesse processo. O objetivo \u00e9 integrar a\u00e7\u00f5es voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas e \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o de mercados sustent\u00e1veis para os produtos provenientes da sociobiodiversidade brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Fonte: MDA<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>__________________________________________________________________________________________________________________<\/em><\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Brasil e Senegal assinam projeto para transfer\u00eancia de conhecimento em agricultura familiar<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Senegal aderiu nesta quarta-feira (30) ao Mais Alimentos \u00c1frica \u2013 uma iniciativa para garantia de seguran\u00e7a alimentar em pa\u00edses africanos intergovernamental coordenado pelo Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio (MDA). A assinatura do Projeto de Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica (PCT) pelos governos brasileiro e senegal\u00eas foi o primeiro passo para a materializa\u00e7\u00e3o da transfer\u00eancia de conhecimento \u2013 um dos pilares do programa. Na cerim\u00f4nia de assinatura, o ministro Afonso Florence agradeceu o esfor\u00e7o do ministro da Agricultura do Senegal, Khadim Gueye, de vir ao Brasil assinar o PCT e afirmou que \u201cestava na expectativa de garantir essa assinatura porque \u00e9 a partir dela que ser\u00e3o tomadas todas as demais provid\u00eancias para efetivar o plano\u201d, disse Florence.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com esse projeto, o Brasil investe mais de US$ 380 mil em transfer\u00eancia de conhecimento e pol\u00edticas p\u00fablicas no setor de agricultura familiar do pa\u00eds africano por um per\u00edodo de dois anos e o Senegal, que pleiteia um financiamento de cerca de US$ 97 milh\u00f5es para aquisi\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos agr\u00edcolas, passa a ser o quarto pa\u00eds africano a integrar o Programa Mais Alimentos \u00c1frica. Mo\u00e7ambique assinou o projeto de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica no valor de US$ 300 mil, na semana passada, e poder\u00e1 ter aprovado um financiamento de mais de US$ 85 milh\u00f5es em m\u00e1quinas e equipamentos agr\u00edcolas pela C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Exterior (Camex). Gana e Zimb\u00e1bue, que assinaram o PCT no in\u00edcio do ano, tiveram seus pedidos de financiamento aprovados e, cada um, respectivamente, receber\u00e1 US$ 95 milh\u00f5es e US$ 98 milh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O setor agr\u00edcola senegal\u00eas disp\u00f5e de um importante potencial de contribui\u00e7\u00e3o para o aumento do crescimento econ\u00f4mico do pa\u00eds, que atingiu 4%, em 2010. O setor ocupa o primeiro plano na melhoria da alimenta\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o e na consolida\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a alimentar. Ele envolve quase 70% da m\u00e3o de obra total do Senegal, estimada em 12 milh\u00f5es de habitantes, e, no ano passado, contribuiu com aproximadamente 16% da forma\u00e7\u00e3o do Produto Interno Bruto (PIB).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os principais produtos agr\u00edcolas senegaleses produzidos em 2010, por ordem de produ\u00e7\u00e3o, s\u00e3o amendoim, legumes e frutas, cana-de-a\u00e7\u00facar, milheto e sorgo, arroz e milho. A produ\u00e7\u00e3o interna de alimentos corresponde a 70% do consumo de alimentos pela popula\u00e7\u00e3o. De acordo com informa\u00e7\u00f5es do governo senegal\u00eas, o Mais Alimentos \u00c1frica vai fazer parte da estrat\u00e9gia de crescimento agr\u00edcola, denominada Plano Estrat\u00e9gico Decenal da Agricultura (CSDA), citada no Documento de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica e Social (DPES) para o per\u00edodo de 2011-2015, em processo de valida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse plano prev\u00ea o aumento da renda anual por habitante do meio rural de US$100 para US$1400; o alcance de uma taxa do crescimento do PIB agr\u00edcola em 6% ao ano; o aumento da taxa de crescimento do PIB para 5,5% ao ano; a redu\u00e7\u00e3o da pobreza pela metade at\u00e9 2017; a comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos agr\u00edcolas; o alcance da seguran\u00e7a alimentar; o desenvolvimento da exporta\u00e7\u00e3o dos produtos agr\u00edcolas; a cria\u00e7\u00e3o de empregos no setor agr\u00edcola; e a promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento industrial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: small;\">Cr\u00e9dito para seguran\u00e7a alimentar na \u00c1frica<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Programa Mais Alimentos \u00c1frica \u00e9 uma iniciativa que conjuga um projeto de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica internacional com uma linha de cr\u00e9dito do Governo brasileiro, sob uma perspectiva de diplomacia solid\u00e1ria sustentada nos princ\u00edpios da Coopera\u00e7\u00e3o Sul\u2013Sul. O objetivo do Programa \u00e9 aumentar a produ\u00e7\u00e3o de alimentos para \u00c1frica, via agricultura familiar africana, gerando emprego e renda no meio rural desses pa\u00edses e contribuindo para a Seguran\u00e7a Alimentar daquele continente. Ele conta com o apoio da Camex, que aprovou uma linha de cr\u00e9dito para pa\u00edses africanos de US$ 640 milh\u00f5es (US$ 240 milh\u00f5es para 2011 e US$ 400 milh\u00f5es para 2012) a fim de financiar exporta\u00e7\u00f5es de m\u00e1quinas e equipamentos agr\u00edcolas brasileiros destinados \u00e0 agricultura familiar africana, bem como da Ag\u00eancia Brasileira de Coopera\u00e7\u00e3o que, em conjunto com o MDA e outros parceiros, executam coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica internacional. Trata-se da transfer\u00eancia de conhecimento e de cr\u00e9dito para pa\u00edses que necessitam adquirir seguran\u00e7a e autonomia alimentar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2008, o Governo Federal criou o Mais Alimentos Brasil: uma linha de cr\u00e9dito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para promover a moderniza\u00e7\u00e3o produtiva das unidades familiares agr\u00edcolas em todo o territ\u00f3rio nacional. O Programa atende projetos individuais (at\u00e9 R$ 130 mil) e coletivos (at\u00e9 R$ 500 mil), com juros de 2% ao ano, at\u00e9 tr\u00eas anos de car\u00eancia e prazo de pagamento do empr\u00e9stimo de at\u00e9 dez anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em dois anos, o Programa Mais Alimentos Brasil forneceu um financiamento de R$ 4 bilh\u00f5es a pequenos produtores, por meio de mais de 100 mil contratos, o que resultou em um aumento da produtividade de 89% por \u00e1rea e de 30% na renda, desde a implementa\u00e7\u00e3o do programa. A linha de cr\u00e9dito financia mais de quatro mil itens entre equipamentos e m\u00e1quinas agr\u00edcolas, tais como tratores (at\u00e9 78 CV), m\u00e1quinas, implementos agr\u00edcolas, colheitadeiras, ve\u00edculos de transporte de carga, projetos para constru\u00e7\u00e3o de armaz\u00e9ns e silos, cerca el\u00e9trica para isolamento do rebanho, melhoramento gen\u00e9tico, corre\u00e7\u00e3o de solo, forma\u00e7\u00e3o de pomares e melhoria da log\u00edstica administrativa das propriedades rurais, como a informatiza\u00e7\u00e3o dos estoques, entre outras a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><em>Fonte: MDA<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/em><\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Feira org\u00e2nica em Petrolina (PE), agradou consumidores<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-18865\" title=\"1diafeiraorganica\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/1diafeiraorganica.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"263\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/1diafeiraorganica.jpg 350w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/1diafeiraorganica-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/>Quem foi \u00e0 feira livre do bairro Areia Branca, em Petrolina (PE), dia 4 de dezembro, se deparou com uma novidade: o espa\u00e7o da feira permanente da Produ\u00e7\u00e3o Org\u00e2nica do Vale do S\u00e3o Francisco, oriunda da agricultora familiar, que, a partir dessa edi\u00e7\u00e3o, passa a funcionar todos os domingos.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A popula\u00e7\u00e3o prestigiou os novos feirantes, comprando frutas, hortali\u00e7as e verduras org\u00e2nicas.\u00a0 A professora M\u00aa Ozair Pinheiro Costa falou que sempre procurou produtos dessa natureza. \u201cEstou realizada. N\u00f3s procuramos sempre o que h\u00e1 de melhor para nossa sa\u00fade e nosso bem estar e esse espa\u00e7o nos deixa mais tranquilos quando encontramos produtos que satisfa\u00e7am as nossas necessidades alimentares\u201d, refor\u00e7a a professora, afirmando que passar\u00e1 a ser cliente.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201cA feira \u00e9 destinada a produtos org\u00e2nicos para venda direta por agricultores familiares organizados, sem necessidade de certifica\u00e7\u00e3o, em conformidade com a Lei N\u00ba 10.831, de 23 de dezembro de 2003\u201d, explicou o engenheiro agr\u00f4nomo da Codevasf e presidente do Consea Org\u00e2nico, Osnan Ferreira.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-18866\" title=\"feiraorganica1\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/feiraorganica1.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"263\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/feiraorganica1.jpg 350w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/feiraorganica1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/>Segundo a feirante, Terezinha de Souza Macedo, que tamb\u00e9m \u00e9 produtora da \u00c1rea Maria Tereza, esse primeiro dia da feira significa para ela uma grande emo\u00e7\u00e3o e a realiza\u00e7\u00e3o de um sonho. \u201cCome\u00e7amos a trabalhar sozinhos e depois tivemos a ajuda da Codevasf, atrav\u00e9s da empresa que presta os servi\u00e7os de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural &#8211; Plantec, e os outros \u00f3rg\u00e3os que est\u00e3o nos ajudando. Estamos aqui na esperan\u00e7a que d\u00ea tudo certo, pois sempre pensamos em vender direto ao consumidor. Nossa satisfa\u00e7\u00e3o \u00e9 a de ter certeza que, ao comprarem nossos produtos, as pessoas estar\u00e3o comendo um produto limpo, sem agroqu\u00edmicos\u201d, disse Terezinha.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Para o feirante, Genildo Reinaldo, que \u00e9 produtor do N\u00facleo 4, do Per\u00edmetro de Irriga\u00e7\u00e3o Senador <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Nilo Coelho, al\u00e9m de vender, tamb\u00e9m est\u00e3o tendo oportunidade de divulgar alguns produtos, a exemplo da acerola verde, produto bastante utilizado pela ind\u00fastria para extra\u00e7\u00e3o de vitamina C, que tem como destino os mercados da Europa e \u00c1sia e uma pequena fatia do mercado interno.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201cA cria\u00e7\u00e3o desse espa\u00e7o \u00e9 importante, tanto para comercializa\u00e7\u00e3o, como para a divulga\u00e7\u00e3o da agricultura org\u00e2nica do Vale e tamb\u00e9m para tentar conscientizar as pessoas de que \u00e9 poss\u00edvel produzir sem agrot\u00f3xicos para melhorar nossa sa\u00fade\u201d, refor\u00e7ou Genildo.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><em><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-18867\" title=\"feiraorganica2\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/feiraorganica2.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"263\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/feiraorganica2.jpg 350w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/feiraorganica2-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/em><em>Todos os feirantes s\u00e3o cadastrados no Consea Org\u00e2nico, que audita a produ\u00e7\u00e3o, e possuem <\/em><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><em>declara\u00e7\u00e3o de cadastro da Organiza\u00e7\u00e3o de Controle Social (OCS), documento expedido pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA), que autoriza produtores a venderem diretamente aos consumidores os produtos org\u00e2nicos.<\/em><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A feira permanente da Produ\u00e7\u00e3o Org\u00e2nica do Vale do S\u00e3o Francisco \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do S\u00e3o Francisco e do Parna\u00edba (Codevasf) e do Conselho de Seguran\u00e7a da Agricultura Org\u00e2nica (Consea Org\u00e2nico), em parceria da Prefeitura Municipal de Petrolina, com o apoio do governo do estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Agricultura e Reforma Agr\u00e1ria e da Ag\u00eancia de Desenvolvimento Econ\u00f4mico; Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado de Pernambuco; Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento e o Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).<\/em><\/p>\n<p><em>FONTE: Ianne Lima -Jornalista -Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Sistema Itaparica &#8211; Conv\u00eanio Chesf\/Codevasf<br \/>\n <\/em>___________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Sat\u00e9lite revela novos dados sobre desmatamento florestal<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Entre 2000 e 2005, 6,4 milh\u00f5es de hectares de \u00e1reas foram perdidas<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um novo sistema de pesquisa por sat\u00e9lite, utilizado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO), traz dados sobre o desmatamento das florestas entre 1990 e 2005. O sat\u00e9lite, que capta imagens das \u00e1reas verdes com maior precis\u00e3o, confirma a queda do desmatamento das florestas no mundo durante o per\u00edodo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A avalia\u00e7\u00e3o global revela que a \u00e1rea total das florestas era de 3,69 bilh\u00f5es de hectares em 2005, cerca de 30% das terras do planeta. De acordo com o levantamento, o ritmo do desmatamento, com uso de \u00e1reas florestais para fins agr\u00edcolas, foi de 14,5 milh\u00f5es de hectares por ano entre 1990 e 2005, confirmando estat\u00edsticas anteriores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisa mostra, no entanto, que a perda das \u00e1reas de florestas n\u00e3o foi t\u00e3o grande como outras avalia\u00e7\u00f5es apontavam, uma vez que o aumento de algumas \u00e1reas foi mais expressivo do que se calculava.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As perdas, que foram parcialmente compensadas pelo reflorestamento ou pela expans\u00e3o natural, totalizaram 72.9 milh\u00f5es de hectares, cerca de 32% a menos do que a estimativa anterior, que era de 107,4 milh\u00f5es de hectares. O planeta perdeu, em m\u00e9dia, 4,9 milh\u00f5es de hectares de floresta por ano em 15 anos, ou quase 10 hectares por minuto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados tamb\u00e9m confirmam perdas maiores nos \u00faltimos cinco anos do per\u00edodo estudado: 6,4 milh\u00f5es de hectares por ano. J\u00e1 entre 1990 e 2000, registrou-se um desmatamento de 4,1 milh\u00f5es de\u00a0hectares por ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As estimativas s\u00e3o baseadas no mais abrangente sistema de sat\u00e9lite de alta resolu\u00e7\u00e3o j\u00e1 utilizado para captar imagens das florestas. \u00c9 diferente dos resultados<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">divulgados pela FAO na Avalia\u00e7\u00e3o dos Recursos Florestais Mundiais 2010 (FRA), baseado em c\u00e1lculos fornecidos por pa\u00edses que utilizavam as mais variadas fontes de informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO desmatamento est\u00e1 privando milh\u00f5es de pessoas de recursos florestais e servi\u00e7os que s\u00e3o cruciais \u00e0s comunidades rurais, ao bem-estar econ\u00f4mico e ambiental\u201d,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">disse Eduardo Rojas-Briales, diretor geral adjunto\u00a0 da FAO para Florestas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs novas estimativas nos d\u00e3o uma radiografia global e mais consistente das florestas mundiais ao longo do tempo. Somados ao leque de informa\u00e7\u00f5es dos relat\u00f3rios dos pa\u00edses, os dados permitem que os governos tenham acesso a n\u00fameros mais precisos e possam tomar medidas para evitar perdas de ecossistemas valiosos\u201d, ressaltou Rojas-Briales.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A avalia\u00e7\u00e3o sensorial remota foi baseada em uma s\u00f3 base de dados para tr\u00eas per\u00edodos, 1990, 2000 e 2005. A mesma metodologia foi utilizada para todos os pa\u00edses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEm termos de mudan\u00e7as nas \u00e1reas florestais, os resultados atualizam nossos arquivos sobre a \u00c1frica, cujas as imagens de alguns pa\u00edses eram velhas ou de baixa qualidade. O \u00edndice de desmatamento registrado \u00e9 menor do que as estimativas presentes nos relat\u00f3rios nacionais\u201d, afirma o oficial de florestas da FAO, Adam Gerrand.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Perdas e ganhos regionais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 not\u00e1veis diferen\u00e7as regionais sobre as perdas e ganhos de \u00e1reas florestais. Entre 1990 e 2005, a devasta\u00e7\u00e3o florestal foi maior nos tr\u00f3picos, onde est\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">localizadas quase metade das florestas do mundo. Nessa regi\u00e3o, cerca de 6,9 milh\u00f5es de hectares de florestas foram desmatadas por ano entre 1990 e 2005. O desmatamento de \u00e1reas florestais para outros usos, n\u00e3o especificados, em ambos os per\u00edodos, \u00e9 maior na Am\u00e9rica do Sul, seguida pela \u00c1frica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u00c1sia foi a \u00fanica regi\u00e3o a apresentar aumento de \u00e1reas florestais nos dois per\u00edodos. Ocorreram desmatamentos em todas as regi\u00f5es, incluindo a \u00c1sia, mas a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas registrada em v\u00e1rios pa\u00edses, principalmente na China, \u00e9 superior \u00e0s perdas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas zonas subtropicais, temperadas e boreais, foram registradas uma recupera\u00e7\u00e3o parcial da superf\u00edcie florestal durante o per\u00edodo. A expectativa agora \u00e9 que a pesquisa revele mudan\u00e7as a partir de 2005, incluindo como novas \u00e1reas protegidas e reflorestamentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Perspectiva mundial<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os novos resultados s\u00e3o\u00a0uma importante fonte de informa\u00e7\u00e3o para a elabora\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios nacionais e internacionais, com dados sobre \u00e1reas florestais e estat\u00edsticas sobre mudan\u00e7as no uso da terra. Ser\u00e3o \u00fateis para a Conven\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade e a para a iniciativa Redu\u00e7\u00e3o de Emiss\u00f5es por Desmatamento e Degrada\u00e7\u00e3o Florestal nos pa\u00edses em desenvolvimento (REDD+), no contexto da Conven\u00e7\u00e3o Quadro das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (UNFCCC), em pauta na na 17\u00aa Confer\u00eancia das Partes (COP17).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para concluir o estudo, a FAO trabalhou durante quatro anos com t\u00e9cnicos do Centro Comum de Investiga\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Europeia e outros 200 pesquisadores de 102 pa\u00edses para analisar as imagens do sat\u00e9lite da Administra\u00e7\u00e3o Nacional da Aeron\u00e1utica e do Espa\u00e7o (NASA) e do Servi\u00e7o Geol\u00f3gico dos Estados Unidos (USGS). Al\u00e9m da FAO, financiaram a pesquisa Austr\u00e1lia, Finl\u00e2ndia, Fran\u00e7a Comiss\u00e3o Europeia, o Centro Heinz.<\/p>\n<p>___________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"line-height: normal;\"><br \/>\n<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encontro elabora proposta para isen\u00e7\u00e3o de tributo dos produtos da sociobiodiversidade Representantes do Governo Federal, do com\u00e9rcio varejista, da ind\u00fastria e de cooperativas, se reuniram nesta quinta-feira (1\u00ba), na sede da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em Bras\u00edlia (DF), para elaborar uma proposta que desonere a carga tribut\u00e1ria que atinge toda a cadeia produtiva dos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":""},"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18766"}],"collection":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18766"}],"version-history":[{"count":15,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18766\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18771,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18766\/revisions\/18771"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18766"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18766"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18766"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}