{"id":19869,"date":"2010-01-01T09:20:57","date_gmt":"2010-01-01T12:20:57","guid":{"rendered":"http:\/\/planetaorganico.com.br\/site\/?p=19869"},"modified":"2012-03-16T11:36:19","modified_gmt":"2012-03-16T14:36:19","slug":"king-of-palms","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/king-of-palms\/","title":{"rendered":"King of Palms"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-19874\" title=\"king2\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/king2.gif\" alt=\"\" width=\"167\" height=\"55\" \/>O palmito King of Palms (do Amap\u00e1) foi o primeiro produto brasileiro a receber o certificado de integridade ecol\u00f3gica e biol\u00f3gica da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia (UE): o selo AB (Agriculture Biologique).<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> Cl\u00e1udio Guimar\u00e3es, diretor &#8211; presidente da King of Palms, fala ao Planeta Org\u00e2nico sobre o mercado interno e externo, a import\u00e2ncia do selo de certifica\u00e7\u00e3o e a explora\u00e7\u00e3o auto-sustent\u00e1vel.<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; Desde quando a King of Palms \u00e9 uma marca org\u00e2nica?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG <\/strong>&#8211; A King of Palms, \u00e9 uma das mais antigas marcas do pa\u00eds. H\u00e1 vinte anos estamos no Amap\u00e1 extraindo palmito de uma maneira natural, a partir do corte de palmeiras de a\u00e7a\u00ed, cujos caules brotam em touceiras em toda a regi\u00e3o Amaz\u00f4nica. N\u00e3o mudamos quase nada no nosso modo de trabalho para virarmos org\u00e2nicos.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; E como foi essa passagem para tornar-se oficialmente org\u00e2nico?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; Voc\u00ea tem que estar atualizado e responder a demanda do mercado. Sempre trabalhamos de uma maneira org\u00e2nica mas tivemos que ir atr\u00e1s do certificado. O produto \u00e9 exatamente como era h\u00e1 vinte anos atr\u00e1s mas voc\u00ea t\u00eam que estar preparado para\u00a0 a qualquer momento explicar a origem do produto. Como eu trabalho com conserva, tenho que explicar de onde ela veio, em que f\u00e1brica foi produzida, quem foi a pessoa que cortou aquele produto, que dia foi entregue na f\u00e1brica. Isto \u00e9 a rastreabilidade. S\u00e3o necess\u00e1rios todos esses passos para conseguirmos o selo. Tendo todos estes dados, conseguimos o selo AB da Ecocert. Tem muito produto org\u00e2nico no Brasil, mas o dif\u00edcil est\u00e1 na rastreabilidade. As pessoas n\u00e3o conseguem a documenta\u00e7\u00e3o ou quando conseguem n\u00e3o a guardam, e o produtor tem pouca preocupa\u00e7\u00e3o com o que diz respeito a este tipo de documento Tem muita gente org\u00e2nica de fato, mas a certifica\u00e7\u00e3o depende de procedimentos administrativos e burocr\u00e1ticos.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; Voc\u00ea acha que h\u00e1 poucos certificadores?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; S\u00e3o muito poucos e uma certifica\u00e7\u00e3o custa muito caro. Os nossos certificadores vieram da Alemanha e passaram dez dias no Amap\u00e1. Para exportar o palmito org\u00e2nico \u00e9 necess\u00e1rio o selo, embora eu n\u00e3o tenha vendido nem uma caixa a mais por causa do selo. Mesmo assim, vamos renov\u00e1-lo agora.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; Voc\u00ea n\u00e3o acha que os consumidores est\u00e3o mais atentos \u00e0 certifica\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; Existe uma conscientiza\u00e7\u00e3o maior da import\u00e2ncia do selo para o produto org\u00e2nico. Ainda pequena no Brasil, visto a import\u00e2ncia deste selo na Europa e nos Estados Unidos. Eu estou convencido da necessidade do selo. Isto traz um a mais para o produto brasileiro. O nosso produto \u00e9 mais respeitado e estamos menos expostos a varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; H\u00e1 quantos anos existe a marca King of Palms?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; Nossa marca tem quarenta e oito anos. Com o selo a expans\u00e3o se torna mais segura e mais f\u00e1cil.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; Voc\u00eas exportam em lata ou em vidro? Qual das duas embalagens tem mais aceita\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; Exportamos de tudo. Depende do mercado. O mercado interno prefere o pote; o mercado externo preferia lata mas agora est\u00e1 preferindo pote. Est\u00e1 se criando uma mania que produto em pote \u00e9 melhor, o que n\u00e3o \u00e9 verdade.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; Palmito \u00e9 o \u00fanico produto que voc\u00eas exportam?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; Este \u00e9 o nosso neg\u00f3cio, mas tenho procurado importar o que h\u00e1 de melhor em conserva: milho dos Estados Unidos, petit pois da Fran\u00e7a, molho de tomate da It\u00e1lia, aspargos da China e assim por diante. Temos procurado trazer todas essas conservas para o consumidor brasileiro. Quando poss\u00edvel tentamos trazer as conservas org\u00e2nicas, mas basicamente trazemos o que h\u00e1 de melhor no mundo. Nosso canal de distribui\u00e7\u00e3o \u00e9 para o produto em conserva. Hoje o Brasil \u00e9 um pa\u00eds aberto, o que facilita muito.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; Quem s\u00e3o os principais clientes do King of Palms?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; Atualmente, os principais clientes do King of Palms s\u00e3o as duas maiores redes de supermercados argentinos, embora o produto tamb\u00e9m seja exportado para destinos mais distantes, como o Jap\u00e3o.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; Como voc\u00ea faz todos esses contatos?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; Meus pais j\u00e1 trabalhavam numa empresa francesa de exporta\u00e7\u00e3o. H\u00e1 20 anos quando comprei a King of Palms, j\u00e1 foi com o objetivo de exportar palmito. Estabeleci contato do Jap\u00e3o \u00e0 Noruega, da Argentina \u00e0 Espanha e fiz esta rede l\u00e1 fora.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; O palmito \u00e9 bem aceito na Europa? E nos Estados Unidos?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; Na Fran\u00e7a j\u00e1 foi muito aceito. O Brasil saiu do mercado de palmito depois do plano Real, como quase todos os outros produtos brasileiros. Antes do Plano Real, a exporta\u00e7\u00e3o do King of Palms chegou a 2,4 mil toneladas por ano, para pa\u00edses dos cinco continentes. Com a sobrevaloriza\u00e7\u00e3o da moeda e o encarecimento das linhas de cr\u00e9dito, as exporta\u00e7\u00f5es quase pararam, o que deixou a empresa em dificuldades. S\u00f3 nos aguentamos por que nossos clientes do Jap\u00e3o e Espanha nos adiantaram os recursos para que continu\u00e1ssemos a produzir. A queda nas exporta\u00e7\u00f5es nos fez voltar a aten\u00e7\u00e3o para o mercado interno, que hoje absorve metade da nossa produ\u00e7\u00e3o, que voltou aos n\u00edveis de 1994. A metade exportada responde por 7% a 8% da exporta\u00e7\u00e3o brasileira de palmito, que gira em torno de US$ 70 milh\u00f5es por ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Demos o lugar a Costa Rica que exporta a pupunha que \u00e9 um palmito amarelado, adocicado e com uma textura completamente diferente do palmito que chamamos de &#8220;tradicional&#8221;. Eles exportam muita pupunha para a Fl\u00f3rida. A Costa Rica consome muito a fruta pupunha. Eles vendem em carrocinha nas ruas, como os franceses vendem castanha e n\u00f3s vendemos c\u00f4co e sorvete.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; O que mais voc\u00ea pode nos falar sobre o palmito, j\u00e1 que voc\u00ea \u00e9 um conhecedor do assunto.<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; A hist\u00f3ria do palmito vem de longe. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a, na carta de Pero Vaz Caminha, o palmito \u00e9 mencionado. Constam tr\u00eas refer\u00eancias do escriv\u00e3o da frota de Cabral ao palmito. H\u00e1 quinze anos atr\u00e1s, eu estava no Tahiti e um mao\u00ed me perguntou o que eu exportava. Eu disse que era um vegetal que eles n\u00e3o conheciam, que n\u00e3o existia l\u00e1. Fiquei muito surpreso quando soube que o palmito era servido ao rei no dia de seu anivers\u00e1rio. Como eles vivem do copra, que \u00e9 a parte branca da fruta, eles n\u00e3o podem matar a palmeira para retirar o palmito, ent\u00e3o o palmito \u00e9 muito valorizado. Na Andaluzia, os velhos sabem o que \u00e9 o palmito pois seus av\u00f3s\u00a0 o consumiam. O consumo da parte interna da palmeira \u00e9 muito antigo. Aqui no Brasil, come\u00e7ou de uns quarenta anos para c\u00e1 a explora\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica desta esp\u00e9cie, que se chama &#8220;enterpe oler\u00e1cea&#8221;, que \u00e9 uma palmeira que nasce em touceiras, portanto, \u00e9 uma planta que voc\u00ea pode ter at\u00e9 vinte estipes por touceira, cuja poda seletiva, melhora a esp\u00e9cie, intensifica e produz um maior rendimento da pr\u00f3pria touceira. Se voc\u00ea eliminar as plantas mais velhas, eliminando-as antes que elas durem mais cinco a dez anos para morrerem naturalmente, vai fazer que uma touceira produza muito mais. A poda \u00e9 muito importante para todas as \u00e1rvores. Se voc\u00ea podar uma macieira, voc\u00ea passa de um quilo por \u00e1rvore para dez quilos de fruta por \u00e1rvore.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; Como \u00e9 a explora\u00e7\u00e3o auto-sustent\u00e1vel do palmito?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>CG &#8211; N\u00f3s j\u00e1 faz\u00edamos a explora\u00e7\u00e3o auto sustent\u00e1vel e natural do palmito h\u00e1 muito tempo. Com alguns cuidados a mais, nos foi permitido o uso do selo org\u00e2nico. Desde do in\u00edcio n\u00f3s t\u00ednhamos os cuidados que hoje s\u00e3o exigidos pelas certificadoras.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div id=\"attachment_19873\" style=\"width: 337px\" class=\"wp-caption alignright\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-19873\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-19873\" title=\"acai\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/acai.gif\" alt=\"\" width=\"327\" height=\"250\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/acai.gif 327w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/acai-300x229.gif 300w\" sizes=\"(max-width: 327px) 100vw, 327px\" \/><p id=\"caption-attachment-19873\" class=\"wp-caption-text\">A\u00e7aizeiro*<\/p><\/div>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>H\u00e1 20 anos atr\u00e1s nos tivemos agr\u00f4nomos brasileiros e estrangeiros que ficaram durante 2 anos no Amap\u00e1. H\u00e1 7anos, tivemos um financiamento de U$ 400,000 para fazer um estudo sobre o car\u00e1ter natural e auto sustent\u00e1vel da explora\u00e7\u00e3o do a\u00e7aizeiro. Foi o primeiro financiamento da Comunidade Econ\u00f4mica Europ\u00e9ia deu a um subdesenvolvido (&#8230;que era eu) para um estudo. U$250.000 a fundo perdido O programa chama-se European Community Investment Partnership. O estudo durou 1ano e meio e foi coordenado por um irland\u00eas. Temos tudo documentado em filmes e fotos. H\u00e1 1 ano atr\u00e1s o aspecto org\u00e2nico foi agregado com a miss\u00e3o da ECOCERT (esta paga por n\u00f3s). Tivemos que nos adaptar a procedimentos administrativos e burocr\u00e1ticos que permitam n\u00e3o apenas o rastreamento dos nossos produtos, tamb\u00e9m a constante disponibilidade para os fiscalizadores.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 claro que para obter esta certifica\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de ter seu processo org\u00e2nico,\u00a0 voc\u00ea n\u00e3o pode ter uma usina nuclear ao lado, menos ainda uma usina de lixo; voc\u00ea tem que fiscalizar se o \u00f3leo do motor dos barcos n\u00e3o est\u00e1 perto da mat\u00e9ria prima que transporta., se n\u00e3o h\u00e1 animais em volta da f\u00e1brica, se as f\u00e1bricas est\u00e3o cercadas e garantir a qualidade da \u00e1gua; a \u00e1gua \u00e9 minuciosamente examinada.Enfim, uma s\u00e9rie de quesitos s\u00e3o exigidos para voc\u00ea obter a certifica\u00e7\u00e3o. N\u00f3s a obtivemos pois h\u00e1 muito tempo j\u00e1 pratic\u00e1vamos esses procedimentos naturalmente Este selo org\u00e2nico veio consagrar, coroar um trabalho desenvolvido por n\u00f3s h\u00e1 muitos anos.<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong>PO &#8211; E como voc\u00eas se situam com rela\u00e7\u00e3o ao Fair Trade?<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CG<\/strong> &#8211; Respondemos tamb\u00e9m \u00e0s exig\u00eancias do Fair Trade. Chamamos uma empresa su\u00ed\u00e7a que passou 10 dias no Amap\u00e1 vendo como n\u00f3s trabalh\u00e1vamos; observaram as pessoas que trabalhavam na empresa, entrevistaram o chefe de mat\u00e9ria prima que por acaso era o chefe de uma comunidade religiosa protestante, ligado aos Estados Unidos. Esta equipe passou o dia na igreja, pesquisando, observando o procedimento da comunidade. .Esta comunidade ficava em frente da nossa f\u00e1brica e muitas pessoas trabalhavam nela ou j\u00e1 tinham trabalhado. Al\u00e9m da f\u00e1brica eles tamb\u00e9m foram ao Secret\u00e1rio do Meio Ambiente do Amap\u00e1, foram ao Bispo e ao Sindicato. Temos este relat\u00f3rio, que est\u00e1 em ingl\u00eas que atesta que a nossa empresa estava dentro dos padr\u00f5es do Fair Trade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">* Foto do A\u00e7aizeiro pertencente ao Livro \u00c1rvores Nativas do Brasil, cuja autora, Cec\u00edlia Beatriz da Veiga Soares, gentilmente autorizou sua reprodu\u00e7\u00e3o no Planeta Org\u00e2nico.<\/p>\n<p>__________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Claudio Guimar\u00e3es<br \/>\nKing of Palms<br \/>\nDezembro 2000<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":""},"categories":[8],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19869"}],"collection":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19869"}],"version-history":[{"count":7,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19869\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19878,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19869\/revisions\/19878"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19869"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19869"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19869"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}