{"id":23164,"date":"2013-07-16T13:40:55","date_gmt":"2013-07-16T16:40:55","guid":{"rendered":"http:\/\/planetaorganico.com.br\/site\/?p=23164"},"modified":"2013-07-17T09:12:54","modified_gmt":"2013-07-17T12:12:54","slug":"16-julho-2013","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/16-julho-2013\/","title":{"rendered":"16 Julho 2013"},"content":{"rendered":"<div><a href=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/02-julho-2013\/\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright\" title=\"Clique\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2010\/04\/Clique.jpg\" alt=\"\" width=\"182\" height=\"41\" \/><\/a><\/div>\n<div>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Confira entrevista do Planeta Org\u00e2nico com Miriam Francisca, presidente da ACELBRA-RJ (Associa\u00e7\u00e3o de Cel\u00edacos do Brasil &#8211; RJ), sobre a participa\u00e7\u00e3o na Jornada Mundial da Juventude e o trabalho do Rio sem Gl\u00faten<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como a ACELBRA-RJ avalia sua participa\u00e7\u00e3o na JMJ at\u00e9 o momento?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Miriam: Como mais uma conquista, desde a cria\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o em 2005, e constatando o reconhecimento do nosso trabalho, pois temos obtido de v\u00e1rios setores, em \u00e2mbito estadual e nacional, o devido cr\u00e9dito, a despeito dos muitos obst\u00e1culos ainda enfrentados. O convite para participar deste evento corrobora esta constata\u00e7\u00e3o e estamos contando com uma grande torcida para que nosso prop\u00f3sito, ao participarmos da JMJ, seja alcan\u00e7ado e consigamos proporcionar aos Peregrinos Cel\u00edacos ou sens\u00edveis ao gl\u00faten (prote\u00edna encontrada no trigo, aveia, centeio e cevada) uma alimenta\u00e7\u00e3o segura, saud\u00e1vel, saborosa e nutritiva. Estima-se que cerca de dois milh\u00f5es de pessoas no Brasil sejam acometidas pela doen\u00e7a cel\u00edaca, mas a maioria n\u00e3o tem diagn\u00f3stico. A iniciativa da JMJ em contemplar essa parcela da popula\u00e7\u00e3o brasileira (al\u00e9m da estrangeira) presente ao evento ser\u00e1, sem d\u00favida, um marco para impulsionar nosso trabalho &#8211; atualmente em plena campanha &#8220;RECONHECER A DOEN\u00c7A CEL\u00cdACA&#8221;, desenvolvida por nossa federa\u00e7\u00e3o &#8211; a FENACELBRA.\u00a0 O trabalho da Federa\u00e7\u00e3o vai al\u00e9m de orientar e acolher cel\u00edacos diagnosticados mas, tamb\u00e9m, em sensibilizar os representantes do Poder P\u00fablico\u00a0 e os profissionais da \u00e1rea de Sa\u00fade (dos Estados e dos Munic\u00edpios de nosso Pa\u00eds) em promoverem a\u00e7\u00f5es para realiza\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico dos que s\u00e3o cel\u00edacos e n\u00e3o sabem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como restaurantes da JMJ podem se preparar para apresentar pratos que atendam ao cel\u00edaco?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Miriam: Aderindo ao curso \u00e0 dist\u00e2ncia idealizado pelas Dras. No\u00e1dia Lob\u00e3o, uma das Consultoras T\u00e9cnicas, volunt\u00e1rias, da ACELBRA-RJ e Luc\u00e9lia Costa &#8211; presidente da Fenacelbra &#8211; ambas nutricionistas.\u00a0 O curso visa a capacita\u00e7\u00e3o dos profissionais dos restaurantes que se integrarem \u00e0 JMJ, quanto ao preparo da alimenta\u00e7\u00e3o, primando para que os pratos a serem ofertados, tanto para os Peregrinos Cel\u00edacos como para pessoas que tenham &#8220;sensibilidade ao gl\u00faten&#8221; sejam elaborados de forma segura e livre de contamina\u00e7\u00e3o cruzada por essa prote\u00edna. Ressalto que a Dra. No\u00e1dia foi a respons\u00e1vel, tamb\u00e9m, pela elabora\u00e7\u00e3o do Kit Peregrino isento de gl\u00faten. Os interessados pela capacita\u00e7\u00e3o devem acessar, al\u00e9m do restrio2013.com, os seguintes sites:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.fenacelbra.com.br\/fenacelbra\/cadastro-jmj\" target=\"_blank\">http:\/\/www.fenacelbra.com.br\/fenacelbra\/cadastro-jmj<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A ACELBRA-RJ possui artigos relacionados a este assunto?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Miriam: Com certeza. Temos muito material e os mais recentes elaborados para a Campanha citada, como os pertinentes ao II COINE &#8211; um Congresso Internacional, espec\u00edfico para nossa problem\u00e1tica, realizado em maio pp., pelo Centro Brasileiro de Pesquisa e Apoio Nutricional &#8211; CBAN, dirigido pela Dra. No\u00e1dia, com o apoio da FENACELBRA e ACELBRA-RJ.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como sugest\u00f5es cito dois que podem ser vistos nos seguintes links:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.riosemgluten.com\/10_passos_celiacos_Juliana_Crucinsky.pdf\" target=\"_blank\">http:\/\/www.riosemgluten.com\/10_passos_celiacos_Juliana_Crucinsky.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.riosemgluten.com\/doenca_celiaca_sensib_gluten.htm\" target=\"_blank\">http:\/\/www.riosemgluten.com\/doenca_celiaca_sensib_gluten.htm<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/www.fenacelbra.com.br\/fenacelbra\/cadastro-jmj\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" title=\"jmj_avatar_home\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/jmj_avatar_home.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"250\" \/><\/a><\/div>\n<p>__________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<div>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Teresina ter\u00e1 m\u00eas especial de org\u00e2nicos nas lojas do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">A capital do Piau\u00ed, Teresina, ter\u00e1 at\u00e9 28 de julho descontos nos produtos org\u00e2nicos nas lojas da rede P\u00e3o de A\u00e7\u00facar.\u00a0 A promo\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo feita atrav\u00e9s de feiras com degusta\u00e7\u00e3o para os clientes. Poder\u00e3o ser encontradas frutas, verduras, carnes, sucos, azeites e muitos outros alimentos org\u00e2nicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para esclarecer d\u00favidas de clientes e apresentar os benef\u00edcios da alimenta\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, a rede convida alguns de seus fornecedores.\u00a0 Native, M\u00e3e Terra, Jasmine e Korin, s\u00e3o alguns deles. Este formato de feiras org\u00e2nicas nas lojas tem sido usado com sucesso em outras cidades brasileiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A rede possui uma marca pr\u00f3pria, a Taeq, com mais de 250 itens org\u00e2nicos, que fazem parte da promo\u00e7\u00e3o sendo realizada neste m\u00eas de julho.<\/p>\n<p>__________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Dez anos de regulamenta\u00e7\u00e3o da agricultura org\u00e2nica, experi\u00eancia de sistema participativo de garantia, avan\u00e7os, desafios e oportunidades da agroecologia e produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica no Brasil<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright\" title=\"05-05 - Revista Org\u00c3\u00a2nicos &amp; Cia 24p\u00c3\u00a1g..cdr\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/selo-organico2.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"148\" \/>Confira o artigo de Romeu Mattos Leite, Produtor org\u00e2nico da Vila Yamaguishi, coordenador do OPAC\/ANC; presidente da C\u00e2mara Tem\u00e1tica de Agricultura Org\u00e2nica;<br \/>Membro da Comiss\u00e3o Nacional de Agroecologia e Produ\u00e7\u00e3o Org\u00e2nica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO pioneirismo do Brasil em legalizar a certifica\u00e7\u00e3o participativa com o nome de Sistemas Participativos de Garantia \u2013 SPG, \u00e9 hoje referencia para v\u00e1rios pa\u00edses e tem se mostrado eficiente n\u00e3o somente como mecanismo de garantia para o consumidor de produtos org\u00e2nicos, como tamb\u00e9m, instrumento valioso de organiza\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o participativa de\u00a0conhecimento dos camponeses. A partir do exemplo brasileiro, v\u00e1rios pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina que est\u00e3o elaborando a legisla\u00e7\u00e3o de org\u00e2nicos, pretendem incorporar os SPGs, como j\u00e1 o fizeram: El Salvador, Equador, Chile, Col\u00f4mbia, M\u00e9xico e Peru.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Dez_anos_de_Regulamentacao_da_Agricultura_Organica.pdf\" target=\"_blank\"><strong><span style=\"color: #000000;\">Clique aqui para o artigo de Romeu Mattos Leite<\/span><\/strong><\/a><\/p>\n<p>__________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Mo\u00e7\u00e3o em defesa do PAA como Mecanismo de Promo\u00e7\u00e3o da Agrobiodiversidade e o do Direito dos Agricultores<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n<div>\n<p style=\"text-align: right;\">Luzi\u00e2nia, 19 de junho de 2013<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao longo dos anos o PAA tem se consolidado como principal instrumento de a\u00e7\u00e3o p\u00fablica voltado para o fortalecimento da conserva\u00e7\u00e3o da agrobiodiversidade e do uso de sementes crioulas. Organiza\u00e7\u00f5es de 13 estados realizam opera\u00e7\u00f5es de compra e doa\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de sementes produzidas por agricultores familiares, assentados da reforma agr\u00e1ria, ind\u00edgenas, quilombolas, povos e comunidades tradicionais, permitindo n\u00e3o s\u00f3 o resgate de uma diversidade gen\u00e9tica importante para a produ\u00e7\u00e3o e a seguran\u00e7a alimentar e nutricional como tamb\u00e9m o acesso por um n\u00famero crescente de benefici\u00e1rios que poder\u00e3o passar a multiplicar essas sementes, ampliando assim sua autonomia. Diversos estudos mostram que o uso de variedades localmente adaptadas permite a redu\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o e do uso de agroqu\u00edmicos. Ademais, em fun\u00e7\u00e3o de suas caracter\u00edsticas, essas sementes contribuem para aumentar a resili\u00eancia dos sistemas agr\u00edcolas que as adotam, ampliando sua capacidade de enfrentar varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A compra e doa\u00e7\u00e3o de sementes via PAA tem permitido ao pa\u00eds dar passos importantes na dire\u00e7\u00e3o de implementar compromissos assumidos no \u00e2mbito do Tratado Internacional sobre Recursos Fitogen\u00e9ticos para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura da FAO, com destaque para o direito dos agricultores e o uso sustent\u00e1vel da agrobiodiversidade. Nesse sentido, o decreto presidencial 7.794\/2012, que institui a Pol\u00edtica Nacional de Agroecologia e Produ\u00e7\u00e3o Org\u00e2nica, reconheceu a import\u00e2ncia das a\u00e7\u00f5es no campo da agrobiodiversidade e ampliou a abrang\u00eancia de distribui\u00e7\u00e3o, troca, comercializa\u00e7\u00e3o e multiplica\u00e7\u00e3o de sementes ou mudas efetuadas por associa\u00e7\u00f5es e cooperativas de agricultores familiares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao longo de sua trajet\u00f3ria o PAA logrou desenvolver e validar mecanismos que demonstraram ser suficientes para assegurar a qualidade das sementes distribu\u00eddas, em conson\u00e2ncia com a\u00e7\u00e3o integrante do PLANAPO, a saber: Ajustar normas e regulamentos adotando procedimentos simples e seguros para reconhecimento de recursos gen\u00e9ticos de interesse para produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica e agroecol\u00f3gica, tais como, sistema de controle social, an\u00e1lise laboratorial e teste de transgenia (Eixo 2, Objetivo 4, Meta 9, A\u00e7\u00e3o 12, cf. vers\u00e3o 01\/06\/2013).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 importante ainda reconhecer que o PAA fortalece a\u00e7\u00f5es da sociedade civil e seu papel na articula\u00e7\u00e3o de redes e atores nos territ\u00f3rios, bem como na implementa\u00e7\u00e3o e no controle social de pol\u00edticas p\u00fablicas. E para que continue cumprindo esse papel, sua operacionaliza\u00e7\u00e3o deve manter-se livre de amarras burocr\u00e1ticas desnecess\u00e1rias tais como registro das cultivares no cadastro do MDA, exig\u00eancia de DAP jur\u00eddica como \u00fanico documento aceito para entidades executoras e consumidoras e de DAP f\u00edsica para os destinat\u00e1rios das sementes doadas pelo programa. Medidas como essas, caso incorporadas, ser\u00e3o seguramente fator de exclus\u00e3o, sobretudo da popula\u00e7\u00e3o mais pobre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante do exposto, as organiza\u00e7\u00f5es abaixo-assinadas, reunidas entre 17 e 19 de junho na Oficina sobre Direitos dos Agricultores ao Livre Uso da Agrobiodiversidade, promovida pelo Grupo de Trabalho sobre Biodiversidade da Articula\u00e7\u00e3o Nacional de Agroecologia e pela Rede de Agrobiodiversidade do Semi\u00e1rido Mineiro, levantam sua preocupa\u00e7\u00e3o com o crescente processo de burocratiza\u00e7\u00e3o do PAA. Suas a\u00e7\u00f5es devem ser descentralizadas, muitas vezes de pequena escala, mas que justamente por isso possuem maior capilaridade e capacidade de garantir ampla diversidade de sementes. A distribui\u00e7\u00e3o massiva de um reduzido n\u00famero de variedades entre diferentes regi\u00f5es ecol\u00f3gicas do pa\u00eds, por meio de poucas opera\u00e7\u00f5es de maior volume, pode, por outro lado, promover a eros\u00e3o gen\u00e9tica e a substitui\u00e7\u00e3o de variedades locais, minando a contribui\u00e7\u00e3o do Programa para a conserva\u00e7\u00e3o e o uso da agrobiodiversidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acreditamos no empenho deste \u00f3rg\u00e3o para evitar esses retrocessos e manter os benef\u00edcios alcan\u00e7ados pelo PAA na conserva\u00e7\u00e3o de recursos estrat\u00e9gicos para a alimenta\u00e7\u00e3o e agricultura e seu papel mobilizador.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Atenciosamente,<\/span><\/p>\n<ul>\n<li>ABA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de AgroecologiaANA &#8211; Articula\u00e7\u00e3o Nacional de Agroecologia<\/li>\n<li>Articula\u00e7\u00e3o Rosalino de Povos e Comunidades Tradicionais<\/li>\n<li>Articula\u00e7\u00e3o do Semi\u00e1rido \/ ASA-PB<\/li>\n<li>Articula\u00e7\u00e3o do Semi\u00e1rido Brasileiro &#8211; ASA Brasil<\/li>\n<li>AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia<\/li>\n<li>Associa\u00e7\u00e3o dos Agricultores Guardi\u00f5es da Agrobiodiversidade de Tenente Portela &#8211; RS<\/li>\n<li>Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Agricultura Biodin\u00e2mica<\/li>\n<li>CAA-NM &#8211; Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas<\/li>\n<li>C\u00e1ritas Brasileira Regional Minas Gerais<\/li>\n<li>Articula\u00e7\u00e3o Pacari de Plantas Medicinais do Cerrado<\/li>\n<li>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra &#8211; CPT-PB<\/li>\n<li>Escola Fam\u00edlia Agr\u00edcola de Veredinha &#8211; MG<\/li>\n<li>GT Biodiversidade ANA &#8211; Articula\u00e7\u00e3o Nacional de Agroecologia<\/li>\n<li>MPA &#8211; Movimento dos Pequenos Agricultores<\/li>\n<li>Movimento Geraizeiro<\/li>\n<li>NAC &#8211; N\u00facleo de Agroecologia e Campesinato da UFVJM<\/li>\n<li>Terra de Direitos<\/li>\n<li>Rede de Agrobiodiversidade do Semi\u00e1rido Mineiro<\/li>\n<li>Rede de Agroecologia Terra Sem Males<\/li>\n<li>Rede Ipanthu &#8211; Amigos do Povo Kraho<\/li>\n<li>Via Campesina Brasil<\/li>\n<\/ul>\n<p>________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira entrevista do Planeta Org\u00e2nico com Miriam Francisca, presidente da ACELBRA-RJ (Associa\u00e7\u00e3o de Cel\u00edacos do Brasil &#8211; RJ), sobre a participa\u00e7\u00e3o na Jornada Mundial da Juventude e o trabalho do Rio sem Gl\u00faten Como a ACELBRA-RJ avalia sua participa\u00e7\u00e3o na JMJ at\u00e9 o momento? 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