{"id":25863,"date":"2014-11-18T15:23:16","date_gmt":"2014-11-18T18:23:16","guid":{"rendered":"http:\/\/planetaorganico.com.br\/site\/?p=25863"},"modified":"2014-11-18T15:38:26","modified_gmt":"2014-11-18T18:38:26","slug":"18-de-novembro-2014","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/18-de-novembro-2014\/","title":{"rendered":"18 de Novembro 2014"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/06-de-novembro-2014\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-10127\" title=\"Clique\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2010\/04\/Clique.jpg\" alt=\"\" width=\"182\" height=\"41\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Parceria permitir\u00e1 a inscri\u00e7\u00e3o de 55 milh\u00f5es de hectares no Cadastro Ambiental Rural<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-25900\" title=\"_HC_3091\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/HC_3091.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"217\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/HC_3091.jpg 350w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/HC_3091-300x186.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/>At\u00e9 maio de 2015, o Governo Federal far\u00e1 a inscri\u00e7\u00e3o de 55 milh\u00f5es de hectares distribu\u00eddos em 7,5 mil assentamentos da reforma agr\u00e1ria e 160 territ\u00f3rios quilombolas no Cadastro Ambiental Rural (CAR). A a\u00e7\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 parceria firmada entre o Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra) e a Universidade Federal de Lavras (UFLA\/MG). A formaliza\u00e7\u00e3o ocorreu nesta quinta-feira (13), em Bras\u00edlia. Dessa forma, o Instituto cumpre o <a href=\"http:\/\/www.mda.gov.br\/sitemda\/sites\/sitemda\/files\/user_img_23\/Cronograma%20INcra.pdfhttp:\/\/www.mda.gov.br\/sitemda\/sites\/sitemda\/files\/user_img_23\/Cronograma%20INcra.pdf\" target=\"_blank\">calend\u00e1rio<\/a> estipulado pelo Novo C\u00f3digo Florestal que estabelece o prazo de um ano, a partir de 5 de maio de 2014, para que todos os im\u00f3veis do Pa\u00eds se inscrevam no CAR.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro do Desenvolvimento Agr\u00e1rio (MDA), Miguel Rossetto, o presidente do Incra, Carlos Guedes, e o reitor da UFLA, Jos\u00e9 Roberto Soares Scolforo, formalizaram o acordo que envolve recursos de R$ 3,9 milh\u00f5es da autarquia. \u201cSer\u00e1 um instrumento operacional fundamental para viabilizar seguran\u00e7a ambiental para todos os envolvidos\u201d, considerou o ministro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presidente do Incra disse que o acordo, al\u00e9m de refor\u00e7ar o compromisso do \u00f3rg\u00e3o com a quest\u00e3o ambiental, visa garantir as condi\u00e7\u00f5es de qualidade de vida adequada para as fam\u00edlias alcan\u00e7adas pela a\u00e7\u00e3o. \u201cEssa parceria garante em primeiro lugar, seguran\u00e7a para as comunidades rurais que vivem nos assentamentos da reforma agr\u00e1ria e nos territ\u00f3rios quilombolas. Em segundo lugar, tratamos essa atividade como uma das maiores ambi\u00e7\u00f5es do Incra, que \u00e9 mostrar para a sociedade que a reforma agr\u00e1ria cumpre a fun\u00e7\u00e3o social da terra\u201d, destacou Guedes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Import\u00e2ncia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A expans\u00e3o do Cadastro Ambiental Rural \u00e9 fundamental para o monitoramento, controle e combate ao desmatamento e para a promo\u00e7\u00e3o da regulariza\u00e7\u00e3o ambiental nas \u00e1reas degradadas. Al\u00e9m disso, o CAR possibilita uma mudan\u00e7a no processo de concess\u00e3o de cr\u00e9dito rural a partir da base de informa\u00e7\u00f5es \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do sistema financeiro. Ou seja, o assentado que n\u00e3o cumprir com as obriga\u00e7\u00f5es de recupera\u00e7\u00e3o ambiental, por exemplo, poder\u00e1 ficar impedido de acessar cr\u00e9dito oficial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Universidade Federal de Lavras \u00e9 a institui\u00e7\u00e3o que apresenta conhecimento, tecnologia e infraestrutura necess\u00e1rios para a execu\u00e7\u00e3o do termo, que tem vig\u00eancia at\u00e9 31 de dezembro de 2015. Considerada a segunda melhor universidade p\u00fablica do Pa\u00eds, com base em avalia\u00e7\u00e3o feita pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), a UFLA vem desenvolvendo, com governos nos \u00e2mbitos municipal, estadual e federal, atividades e a\u00e7\u00f5es em programas voltados ao desenvolvimento de pol\u00edticas p\u00fablicas, em especial na \u00e1rea ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEssa parceria com o Incra vai nos dar um diagn\u00f3stico do Brasil que ainda n\u00e3o existe. Vai ser um diagn\u00f3stico muito completo e que vai permitir, em um ano, a confec\u00e7\u00e3o de um grande plano estrat\u00e9gico de desenvolvimento\u201d, destacou o reitor Scolforo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Trabalho<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho desenvolvido pelo Incra em parceria com a UFLA a para inscri\u00e7\u00e3o dos assentamentos e comunidades quilombolas no CAR ocorrer\u00e1 sob regime especial e de forma simplificada, por meio do registro do per\u00edmetro das \u00e1reas. A previs\u00e3o consta na <a href=\"http:\/\/www.car.gov.br\/leis\/IN_CAR.pdf\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\">Instru\u00e7\u00e3o Normativa do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA) n\u00ba 2\/2014, publicada em 6 de maio.<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A regra especial ocorre em fun\u00e7\u00e3o do enquadramento dos assentamentos da reforma agr\u00e1ria e territ\u00f3rios quilombolas como im\u00f3veis da agricultura familiar. Desta forma, \u00e9 garantida isonomia no tratamento aos assentados, povos e comunidades tradicionais, principalmente quanto ao conceito de \u00e1rea consolidada de Reserva Legal e \u00c1rea de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Registro p\u00fablico<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Institu\u00eddo pelo Novo C\u00f3digo Florestal (Lei 12.651\/2012), o CAR \u00e9 um registro p\u00fablico eletr\u00f4nico de informa\u00e7\u00f5es ambientais do im\u00f3vel rural obrigat\u00f3rio para todas as propriedades e posses rurais no territ\u00f3rio nacional. Fundamental para o monitoramento, o controle e o combate ao desmatamento, o cadastro cont\u00e9m informa\u00e7\u00f5es sobre o per\u00edmetro dos im\u00f3veis, \u00e1reas de uso restrito e consolidadas, al\u00e9m das \u00c1reas de Prote\u00e7\u00e3o Permanente (APPs) e\/ou de Reserva Legal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A inscri\u00e7\u00e3o no CAR garante os benefici\u00e1rios da reforma agr\u00e1ria e moradores de comunidades quilombolas a possibilidade de regularizar as APPs e a Reserva Legal, al\u00e9m de acesso, por exemplo, a programas de financiamento p\u00fablicos e privados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O documento deve ser atualizado cada vez que houver altera\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 propriedade ou posse do im\u00f3vel, assim como qualquer mudan\u00e7a de Reserva Legal.<\/p>\n<p><em>Fonte: MDA<\/em><\/p>\n<p>_____________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Na\u00e7\u00f5es Unidas lan\u00e7am plataforma digital para combater desperd\u00edcio de alimentos<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-25902\" title=\"Corn-Hand\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Corn-Hand.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"230\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Corn-Hand.jpg 350w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Corn-Hand-300x197.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/>Os n\u00fameros s\u00e3o impressionantes: quase dois bilh\u00f5es de pessoas poderiam ser sustentadas com a quantidade de alimentos desperdi\u00e7ados pelo mundo todo ano, de acordo com estimativas das Na\u00e7\u00f5es Unidas divulgadas no \u00faltimo dia 24. Ou seja, quase um ter\u00e7o dos alimentos produzidos para consumo humano acaba na lata de lixo, mesmo com 800 milh\u00f5es de pessoas passando fome em todo o mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, mais do que o simples aumento da produtividade, \u00e9 fundamental que tenhamos uma estrat\u00e9gia eficiente de economia de alimentos, para evitar desperd\u00edcios e perdas desnecess\u00e1rias que poderiam suprir a demanda de popula\u00e7\u00f5es mais vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse sentido, tr\u00eas ag\u00eancias da ONU &#8211; a Organiza\u00e7\u00e3o para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO), o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agr\u00edcola (IFAD) e o Programa Mundial de Alimentos (WFP) &#8211; se uniram para desenvolver uma plataforma online, a <a href=\"http:\/\/www.fao.org\/food-loss-reduction\/es\/\" target=\"_blank\"><strong><span style=\"color: #000000;\">Comunidade Global de Pr\u00e1tica sobre Redu\u00e7\u00e3o de Perdas de Alimentos (FIDA)<\/span><\/strong><\/a>. Essa plataforma tem como objetivo criar um ponto de refer\u00eancia global para a facilita\u00e7\u00e3o do interc\u00e2mbio de informa\u00e7\u00f5es entre governos, entidades da sociedade civil e do setor privado em todo o mundo, melhorando assim a seguran\u00e7a alimentar e a gera\u00e7\u00e3o de renda associada ao combate ao desperd\u00edcio de alimentos.<\/p>\n<p><em>Fonte: Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces)<\/em><\/p>\n<p>_____________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Selo de indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica torna neg\u00f3cio mais competitivo<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright\" title=\"capa-ig br\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/capa-ig-br1.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"194\" \/><strong>Produtores rurais, artes\u00e3os e donos de pequenos neg\u00f3cios estiveram reunidos no dia 29 de outubro de 2014, em Belo Horizonte (MG), onde participaram do I Semin\u00e1rio Internacional de Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas e Marcas Coletivas promovido pelo Sebrae junto com o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.inpi.gov.br\/portal\/\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\">Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)<\/span><\/a> e a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.onu.org.br\/onu-no-brasil\/ompi\/\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\">Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Propriedade Industrial (WIPO)<\/span><\/a>. &#8220;Essa \u00e9 uma oportunidade de os representantes de todas as indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas trocarem experi\u00eancias e assimilarem novos conhecimentos. Al\u00e9m disso, \u00e9 uma oportunidade de orientar para que novas regi\u00f5es sejam registradas como IGs&#8221;, explica a coordenadora nacional do projeto de Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.sebrae.com.br\/sites\/PortalSebrae\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\">Sebrae Nacional<\/span><\/a>, Hulda Giesbrecht.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 quase tr\u00eas d\u00e9cadas, cerca de 25 fam\u00edlias paranaenses de Capanema, no sudoeste do estado, tornaram a cidade uma refer\u00eancia na fabrica\u00e7\u00e3o de um produto \u00fanico, feito de caldo de cana batido. O melado se assemelha a uma geleia e j\u00e1 \u00e9 comercializado em v\u00e1rios estados do Brasil, incluindo Rond\u00f4nia. Sob a orienta\u00e7\u00e3o do Sebrae, os produtores solicitam o registro da indica\u00e7\u00e3o de proced\u00eancia para o melado de Capanema. O Sebrae realiza estudos e diagn\u00f3sticos, apoiando na demarca\u00e7\u00e3o da \u00e1rea e nos levantamentos hist\u00f3ricos que comprovam a notoriedade da regi\u00e3o vinculada ao produto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A regi\u00e3o de Mossor\u00f3, no Rio Grande do Norte, j\u00e1 conquistou o registro de indica\u00e7\u00e3o de proced\u00eancia do mel\u00e3o, um dos tipos de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica. Em 2013, a regi\u00e3o exportou 250 mil toneladas da fruta para a Europa, mercado extremamente exigente no que se refere \u00e0s certifica\u00e7\u00f5es que atestam a qualidade e o cumprimento de normas t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o. &#8220;A IG \u00e9 importante para o nosso produto ter mais visibilidade e conquistar novos mercados, beneficiando cada vez mais os mais produtores da regi\u00e3o&#8221;, diz o produtor Francisco Vieira, que trouxe 60 quilos do mel\u00e3o de Mossor\u00f3 para oferecer aos participantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cat\u00e1logos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, 41 regi\u00f5es j\u00e1 conquistaram o selo de indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica concedida pelo\u00a0<a href=\"http:\/\/www.inpi.gov.br\/portal\/\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\">INPI<\/span><\/a>. Isso significa que s\u00e3o locais reconhecidos pela fama adquirida por algum produto ou servi\u00e7o espec\u00edfico daquela \u00e1rea ou ainda pelas caracter\u00edsticas \u00fanicas da produ\u00e7\u00e3o proporcionadas pela cultura local e o meio ambiente. Todas essas IGs fazem parte da quarta edi\u00e7\u00e3o do Cat\u00e1logo de Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas Brasileiras, que foi lan\u00e7ado durante o Semin\u00e1rio. Este ano, o Sebrae e o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.inpi.gov.br\/portal\/\" target=\"_blank\">INPI<\/a> trazem uma novidade. Al\u00e9m do cat\u00e1logo, outras tr\u00eas publica\u00e7\u00f5es que re\u00fanem produtos espec\u00edficos ser\u00e3o apresentadas &#8211; um de vinho, outro de artesanato e a do caf\u00e9 &#8211; com as IGs do Cerrado Mineiro, Serra da Mantiqueira (MG), Norte Pioneiro do Paran\u00e1 e Alto Mogiana (SP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O gerente de Acesso \u00e0 Inova\u00e7\u00e3o e Tecnologia do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.sebrae.com.br\/sites\/PortalSebrae\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\">Sebrae Nacional<\/span><\/a>, \u00canio Pinto, ressalta a import\u00e2ncia dessas publica\u00e7\u00f5es, j\u00e1 que o tema \u00e9 recente e ainda pouco explorado no Brasil, como alternativa de melhorar a competitividade dos pequenos neg\u00f3cios. &#8220;Isso tamb\u00e9m estimula que outras regi\u00f5es procurem o Sebrae para buscar o registro da Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica no\u00a0<a href=\"http:\/\/www.inpi.gov.br\/portal\/\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\">INPI<\/span><\/a>, usufruindo dos benef\u00edcios que esse selo proporciona&#8221;, afirma Pinto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.ibge.gov.br\/home\/\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)<\/span><\/a> tamb\u00e9m participa do evento. O Instituto est\u00e1 elaborando o primeiro mapa das IGs, delimitando de forma precisa as \u00e1reas e as caracter\u00edsticas de cada uma delas. O mapeamento j\u00e1 est\u00e1 pronto e deve ser lan\u00e7ado em dezembro deste ano. &#8220;Com estes dados, ser\u00e1 poss\u00edvel desenhar as fronteiras de cada IG, o que permitir\u00e1 obtermos outras informa\u00e7\u00f5es sobre a popula\u00e7\u00e3o e os recursos naturais que integram a area&#8221;, destaca Joao Bosco de Azevedo, diretor-adjunto de Geoci\u00eancias do IBGE.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja a lista das Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas por regi\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Regi\u00e3o Sudeste<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esp\u00edrito Santo:\u00a0M\u00e1rmore de Cachoeiro de Itapemirim (IP); panelas de barro de Goiabeiras (IP) e Cacau de Linhares (IP)<br \/>Minas Gerais:\u00a0Queijo de Canastra (IP); caf\u00e9 da Regi\u00e3o da Serra da Mantiqueira (IP); caf\u00e9 da Regi\u00e3o do Cerrado Mineiro (IP\/DO); cacha\u00e7a de Salinas (IP); pe\u00e7as artesanais em estanho de S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei (IP); biscoitos de S\u00e3o Tiago (IP); queijo de Serro (IP)<br \/>Rio de Janeiro:\u00a0Cacha\u00e7a de Paraty (IP); gnaisse fitado de Pedra Carij\u00f3 (DO), de Pedra Madeira (DO) e de Pedra Cinza (DO)<br \/>S\u00e3o Paulo:\u00a0Caf\u00e9 de Alta Mogiana (IP) e cal\u00e7ados de Franca (IP)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Regi\u00e3o Nordeste<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alagoas:\u00a0Pr\u00f3polis vermelha de Manguezais de Alagoas (DO)<br \/>Bahia:\u00a0Cacha\u00e7a da Microrregi\u00e3o de Aba\u00edra (IP)<br \/>Bahia\/Pernambuco:\u00a0Uvas de mesa e manga do Vale do Subm\u00e9dio S\u00e3o Francisco (IP)<br \/>Cear\u00e1:\u00a0Camar\u00e3o da Costa Negra (DO)<br \/>Para\u00edba:\u00a0Renda do Cariri Paraibano (IP) e t\u00eaxteis em algod\u00e3o colorido da Para\u00edba (IP)<br \/>Pernambuco:\u00a0Servi\u00e7os de TI de Porto Digital (IP)<br \/>Piau\u00ed:\u00a0Opalas de Pedro II (IP) e caju\u00edna do Piau\u00ed (IP)<br \/>Rio Grande do Norte:\u00a0Mel\u00e3o de Mossor\u00f3 (IP)<br \/>Sergipe:\u00a0Renda de Divina Pastora (IP)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Regi\u00e3o Sul<br \/>Paran\u00e1:\u00a0Caf\u00e9 do Norte Pioneiro (IP)<br \/>Rio Grande do Sul:\u00a0Vinhos de Altos Montes (IP), de Monte Belo (IP), de Pinto Bandeira (IP), do Vale dos Vinhedos (IP\/DO) e dos Vales da Uva Goeth (IP); arroz do Litoral Norte Ga\u00facho (DO); carne bovina e derivados do Pampa Ga\u00facho da Campanha Meridional (IP); doces finos de Pelotas (IP) e couro acabado do Vale dos Sinos (IP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Regi\u00e3o Norte<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Amazonas:\u00a0Peixes ornamentais do Rio Negro (IP)<br \/>Tocantins:\u00a0Artesanato em capim dourado da Regi\u00e3o do Jalap\u00e3o (IP)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte<br \/><a href=\"http:\/\/www.agenciasebrae.com.br\/sites\/asn\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\">Ag\u00eancia Sebrae de Not\u00edcias<\/span><\/a><br \/>Renata Gonzaga &#8211; Jornalista<\/p>\n<p>_____________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">\u201cCarne Sustent\u00e1vel do Pantanal&#8221; Chega \u00e0s Mesas do Brasileiro<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright\" title=\"fotoartigo\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/fotoartigo.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"267\" \/>O produto chega aos principais pontos do varejo brasileiro neste m\u00eas e \u00e9 resultado de uma parceria entre a Korin Agropecu\u00e1ria, a ABPO e o WWF-Brasil, ONG ambientalista que h\u00e1 mais de 10 anos vem estimulando o desenvolvimento de uma pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel na regi\u00e3o do Pantanal. Pioneira na produ\u00e7\u00e3o brasileira em escala de frangos e ovos livres de antibi\u00f3ticos e outros qu\u00edmicos, al\u00e9m de uma vasta lista de alimentos org\u00e2nicos e sustent\u00e1veis, a Korin \u00e9 o elo mais recente dessa parceria, diz Reginaldo Morikawa, Diretor Superintendente da empresa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Korin ser\u00e1 respons\u00e1vel pela comercializa\u00e7\u00e3o da carne sustent\u00e1vel, oriunda de gado criado solto na regi\u00e3o do Pantanal, cuja alimenta\u00e7\u00e3o est\u00e1 baseada em pastagens livres de agrot\u00f3xicos e adubos qu\u00edmicos no solo, ureia ou antibi\u00f3ticos utilizados na engorda de animais, e que prejudicam, e muito, a sa\u00fade humana e o meio ambiente. Ou seja, a carne \u00e9 proveniente de \u00e1reas sob manejo sustent\u00e1vel, com boas pr\u00e1ticas e atendimento a crit\u00e9rios ambientais e sociais claros. Est\u00e1 na linha dos produtos sustent\u00e1veis da empresa e, futuramente, a empresa planeja lan\u00e7ar tamb\u00e9m a carne org\u00e2nica at\u00e9 pela demanda pr\u00f3pria dos consumidores que j\u00e1 apreciam os produtos saud\u00e1veis da Korin Agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A Korin fecha um ciclo, que come\u00e7ou com a ABPO, que re\u00fane os produtores, e o WWF-Brasil, que tem o objetivo de desenvolver um trabalho de preserva\u00e7\u00e3o do Pantanal e da manuten\u00e7\u00e3o deste ecossistema e do homem pantaneiro trabalhando na \u00fanica atividade rent\u00e1vel no local. O projeto das duas institui\u00e7\u00f5es agora tem sentido completo de existir, pois a Korin est\u00e1 se incumbindo de vender este produto diferenciado , uma vez que s\u00f3 assim todo o trabalho de produzir com qualidade e com maior custo se torna vi\u00e1vel&#8221;, explica Morikawa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A parceria entre o WWF e a ABPO come\u00e7ou em 2003, quando a ONG iniciou um trabalho de apoio \u00e0 produ\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria org\u00e2nica do Pantanal, uma a\u00e7\u00e3o pioneira para uma ONG ambientalista. &#8220;O Pantanal \u00e9 a maior \u00e1rea continental \u00famida do planeta e este bioma, tamb\u00e9m conhecido como &#8220;Reino das \u00c1guas&#8221;, \u00e9 importante para o suprimento de \u00e1gua e para o equil\u00edbrio clim\u00e1tico do planeta. \u00c9 nesta regi\u00e3o que a pecu\u00e1ria bovina vem se desenvolvendo como atividade econ\u00f4mica tradicional h\u00e1 mais de 250 anos, alicer\u00e7ada na cultura do &#8216;Homem Pantaneiro&#8217;, onde a cria\u00e7\u00e3o de gado sempre se baseou na din\u00e2mica natural da regi\u00e3o, respeitando e convivendo em harmonia com o &#8216;ciclo das \u00e1guas&#8217;, com a fauna e a flora, onde os animais s\u00e3o livres para se alimentar em extensas \u00e1reas de pastagens nativas. A &#8216;Carne Sustent\u00e1vel do Pantanal&#8217; \u00e9 proveniente de sistemas sustent\u00e1veis&#8221;, ressalta Julio Cesar Sampaio, coordenador do Programa Cerrado Pantanal do WWF-Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Avaliada pela Embrapa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A promo\u00e7\u00e3o deste produto vai ajudar a obter resultados de conserva\u00e7\u00e3o no Pantanal pelo aumento das \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o sob manejo sustent\u00e1vel, com boas pr\u00e1ticas e atendimento a crit\u00e9rios claros ambientais e sociais. Outra parceria importante \u00e9 com a Embrapa Pantanal, que apoiar\u00e1 a ABPO e a Korin na avalia\u00e7\u00e3o das fazendas utilizando sua ferramenta chamada &#8216;Fazenda Pantaneira Sustent\u00e1vel &#8211; FPS&#8217;, que comprovar\u00e1 para os consumidores a sustentabilidade dos sistemas produtivos que aplicam o Protocolo Interno ABPO\/Korin&#8221;, acrescenta Nilson de Barros, Vice-Presidente da ABPO e tamb\u00e9m produtor pantaneiro. Desde a forma\u00e7\u00e3o da parceria entre a ABPO e o WWF-Brasil, a \u00e1rea sob manejo com boas pr\u00e1ticas aumentou de 3 mil hectares para mais de 170 mil, afirmam os executivos, se estendendo ainda para Bol\u00edvia e Paraguai, pa\u00edses que tamb\u00e9m abrigam uma parte do pantanal sul-americano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o 140 mil hectares de \u00e1rea certificada para produ\u00e7\u00e3o de carne org\u00e2nica no Pantanal em parceria com a ABPO. \u201cA parceria entre ABPO, Korin e WWF-Brasil agrega muito \u00e0 nossa estrat\u00e9gia de promo\u00e7\u00e3o e est\u00edmulo a cadeias produtivas sustent\u00e1veis, e na tentativa de ganho de escala e de resultados de conserva\u00e7\u00e3o no Pantanal. Com este novo produto aliado ao potencial de mercado que acreditamos ser muito bom para produtos sustent\u00e1veis, acreditamos que poderemos ter um aumento maior de \u00e1reas sob manejo sustent\u00e1vel na produ\u00e7\u00e3o de carne bovina no Pantanal&#8221;, enfatiza o especialista em pecu\u00e1ria sustent\u00e1vel do WWF-Brasil, Ivens Domingos****.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Produto nas g\u00f4ndolas e novos a caminho<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A &#8220;Carne Sustent\u00e1vel do Pantanal&#8221; inicialmente ser\u00e1 comercializada em pontos de venda estrat\u00e9gicos do varejo brasileiro. &#8220;Pontos que sirvam de vitrine para as outras redes e lojas. Queremos buscar crescimento de maneira sustent\u00e1vel, de acordo com a capacidade produtiva dos nossos parceiros&#8221;, diz Morikawa. Conforme Barros, o produto ser\u00e1 destinado inicialmente apenas para o mercado interno, com expectativa de aumento de volumes dentro de um ano. &#8220;Ainda n\u00e3o existem discuss\u00f5es sobre a abertura de mercado de exporta\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma o Vice-Presidente da ABPO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O executivo da Korin tem certeza que o produto tem tudo para ser um novo case em vendas. Do lado do consumidor, atende a uma lacuna no mercado daqueles que est\u00e3o mais conscientes e preocupados com a qualidade dos alimentos e a preserva\u00e7\u00e3o ambiental. \u201cN\u00e3o h\u00e1 no mercado op\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis de carne vermelha como o nosso lan\u00e7amento&#8221;, afirma Morikawa, observando que a Korin sempre teve interesse em oferecer aos clientes da sua marca uma carne de gado criado sem aditivos qu\u00edmicos e antibi\u00f3ticos, que resultasse em um produto macio e saud\u00e1vel e que ainda n\u00e3o prejudicasse a natureza. &#8220;A carne bovina \u00e9 um complemento da linha, uma vez que j\u00e1 trabalhamos com a prote\u00edna do frango e dos ovos&#8221;, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do lado do varejo, tem o interesse crescente dos supermercadistas de ampliar a oferta de produtos sustent\u00e1veis. &#8220;Os supermercadistas t\u00eam demonstrado grande preocupa\u00e7\u00e3o em oferecer op\u00e7\u00f5es mais saud\u00e1veis a seus clientes e estaremos atendendo a este requisito mais amplamente agora com o lan\u00e7amento deste novo produto&#8221;, diz o Diretor Superintende da Korin, que j\u00e1 planeja colocar no mercado, al\u00e9m da carne in natura, uma linha de processados utilizando a carne bovina sustent\u00e1vel como mat\u00e9ria-prima, como hamb\u00farguer, alm\u00f4ndega, mortadela, quibe, entre outros destaques.<\/p>\n<p>Fonte: Galeria de Comunica\u00e7\u00f5es<br \/><a href=\"mailto:imprensa@galeriadecomunicacoes.com.br\">imprensa@galeriadecomunicacoes.com.br<\/a><br \/>Luciana Juhas &#8211; juhas@galeriadecomunicacoes.com.br<\/p>\n<p>______________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 Parceria permitir\u00e1 a inscri\u00e7\u00e3o de 55 milh\u00f5es de hectares no Cadastro Ambiental Rural At\u00e9 maio de 2015, o Governo Federal far\u00e1 a inscri\u00e7\u00e3o de 55 milh\u00f5es de hectares distribu\u00eddos em 7,5 mil assentamentos da reforma agr\u00e1ria e 160 territ\u00f3rios quilombolas no Cadastro Ambiental Rural (CAR). 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