{"id":27289,"date":"2015-09-22T17:46:38","date_gmt":"2015-09-22T20:46:38","guid":{"rendered":"http:\/\/planetaorganico.com.br\/site\/?p=27289"},"modified":"2015-10-05T15:27:37","modified_gmt":"2015-10-05T18:27:37","slug":"21-de-setembro-2015","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/21-de-setembro-2015\/","title":{"rendered":"22 de Setembro 2015"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/11-de-setembo-2015\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-10127\" title=\"Clique\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2010\/04\/Clique.jpg\" alt=\"\" width=\"182\" height=\"41\" \/><\/a><\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Semin\u00e1rio Internacional de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica e Marcas Coletivas<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">O SEBRAE, o INPI e a OMPI- Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Propriedade Intelectual est\u00e3o realizando o Semin\u00e1rio Internacional de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica e Marcas Coletivas, com foco no Artesanato, que ocorrer\u00e1 nos dias 24 a 25 de setembro de 2015,no Sapucaia Praia Hotel &#8211; Tamba\u00fa &#8211; Jo\u00e3o Pessoa &#8211; Para\u00edba.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O objetivo do Semin\u00e1rio \u00e9 discutir sobre os benef\u00edcios proporcionados pelo registro da Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica e Marca Coletiva, os casos de sucesso e como esses ativos podem valorizar os artesanatos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas propiciam a melhoria na organiza\u00e7\u00e3o dos produtores e da produ\u00e7\u00e3o, melhoria da qualidade dos produtos, a valoriza\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria, da cultura, das tradi\u00e7\u00f5es e do saber fazer local, a paisagem e o modo de vida das pessoas. Esses fatores, se associados \u00e0 imagem do produto, resultam em agrega\u00e7\u00e3o de valor, abertura de novos mercados, amplia\u00e7\u00e3o de renda e emprego e aumento da auto-estima de seus produtores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 as Marcas Coletivas podem auxiliar uma coletividade a promover seu posicionamento no mercado, criando uma boa reputa\u00e7\u00e3o e oferecendo prote\u00e7\u00e3o frente \u00e0 concorr\u00eancia desleal, al\u00e9m de contribuir na organiza\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica coletiva. H\u00e1 redu\u00e7\u00e3o de custos e riscos para pequenos produtores e amplia\u00e7\u00e3o da sua capacidade de competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Convite na imagem a seguir:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-27320\" title=\"convite_indicacoes_geograficas\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/convite_indicacoes_geograficas1.jpg\" alt=\"\" width=\"413\" height=\"578\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/convite_indicacoes_geograficas1.jpg 860w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/convite_indicacoes_geograficas1-214x300.jpg 214w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/convite_indicacoes_geograficas1-731x1024.jpg 731w\" sizes=\"(max-width: 413px) 100vw, 413px\" \/><\/p>\n<p>_____________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Minist\u00e9rio do Meio Ambiente oferece livros de educa\u00e7\u00e3o ambiental<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Minist\u00e9rio do Meio Ambiente lan\u00e7a publica\u00e7\u00f5es para apoiar a forma\u00e7\u00e3o de agentes populares na agricultura familiar<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em><span style=\"font-size: x-small;\">Por: Alethea Muniz \u2013 Editor: Marco Moreira<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-27291\" title=\"AC_1119\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/AC_1119.jpg\" alt=\"\" width=\"405\" height=\"269\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/AC_1119.jpg 450w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/AC_1119-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 405px) 100vw, 405px\" \/>A forma\u00e7\u00e3o de educadores ambientais em todo o Brasil recebe refor\u00e7o esta semana com o lan\u00e7amento de duas publica\u00e7\u00f5es. Elas fazem parte do curso preparado pelo Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA) para apoiar a pr\u00e1tica educativa e social no campo. Os dois volumes, dispon\u00edveis em vers\u00e3o digital, abordam os aspectos introdut\u00f3rios e o papel do agente popular na agricultura familiar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agente popular \u00e9 aquela pessoa que estimula a reflex\u00e3o da sua comunidade sobre a situa\u00e7\u00e3o socioambiental vivida. Cabe a ele incentivar que a comunidade atue nos espa\u00e7os de participa\u00e7\u00e3o e controle social das pol\u00edticas p\u00fablicas de agricultura, educa\u00e7\u00e3o e meio ambiente de sua regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CONVITE AO DEBATE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao todo, a s\u00e9rie ter\u00e1 sete livros, que ser\u00e3o oferecidos at\u00e9 o final do ano. \u201c\u00c9 um convite ao debate, \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o sobre o lugar em que vive e atua o agente popular\u201d, destaca o coordenador do Programa Educa\u00e7\u00e3o Ambiental na Agricultura Familiar (PEAAF) do MMA, Alex Bernal. \u201cPartimos da premissa de que transformando sua realidade, o aluno se transforma. \u00c9 um processo de constante troca entre o aluno, seu meio e as pessoas do lugar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m das publica\u00e7\u00f5es, o Departamento de Educa\u00e7\u00e3o Ambiental do MMA prepara edital para a sele\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es parceiras para a segunda edi\u00e7\u00e3o do curso semipresencial de forma\u00e7\u00e3o de agentes populares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O objetivo \u00e9 selecionar institui\u00e7\u00f5es que apoiar\u00e3o a realiza\u00e7\u00e3o do curso, desenvolvido por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem do MMA. &#8220;Sabemos que as institui\u00e7\u00f5es t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima com os agricultores familiares, o que \u00e9 fundamental para que o curso chegue a quem se destina&#8221;, destaca Bernal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PARTICIPA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira edi\u00e7\u00e3o do curso, realizada entre outubro de 2014 e janeiro de 2015, contou com a participa\u00e7\u00e3o de 13 institui\u00e7\u00f5es de norte a sul do Pa\u00eds. Cada uma delas poderia formar at\u00e9 cinco turmas, com 40 alunos. Foram formados 356 novos agentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Ao mesmo tempo em que o curso apresenta in\u00fameros exemplos de agricultores, cooperativas e grupos que est\u00e3o transformando sua forma de produzir, ele problematiza os impactos da modelo vigente de desenvolvimento rural, colaborando para que os pr\u00f3prios alunos possam participar da transforma\u00e7\u00e3o desejada para a agricultura&#8221;, adianta o coordenador.<\/p>\n<p><em>Assessoria de Comuinic\u00e7\u00e3o Social (Ascom\/MMA)<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.mma.gov.br\/publicacoes\/educacao-ambiental\/category\/153-programa-de-educacao-ambiental-e-agricultura-familiar\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\"> Acesse aqui as publica\u00e7\u00f5es <\/span><\/a><br \/>\n Fonte: MMA<\/em><\/p>\n<p>______________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Projeto internacional desenvolvido em pastagens da Amaz\u00f4nia ter\u00e1 parceria da Embrapa<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pesquisadores da Embrapa Ederson da Concei\u00e7\u00e3o Jesus e Aline Pacobahyba de Oliveira, da Embrapa Agrobiologia e da Embrapa Solos, respectivamente, ser\u00e3o dois dos coordenadores brasileiros do projeto Monitoring the disturbance of the microbiota in Amazonian soils during conversion of forest to pasture and its consequences on cattle health, rec\u00e9m-aprovado pela Academia Nacional de Ci\u00eancias, Engenharia e Medicina dos Estados Unidos. O objetivo \u00e9 estudar a rela\u00e7\u00e3o entre o ambiente do solo e a etiologia da doen\u00e7a da cara inchada dos ruminantes, uma periodontite que acomete bovinos e ovinos. &#8220;Estudaremos \u00e1reas de pastagens da Amaz\u00f4nia onde tem sido relatada a ocorr\u00eancia da doen\u00e7a. A equipe da Agrobiologia far\u00e1 a avalia\u00e7\u00e3o das comunidades de microrganismos do solo e da planta e a Embrapa Solos far\u00e1 a caracteriza\u00e7\u00e3o dos solos estudados&#8221;, explica Ederson.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O outro coordenador brasileiro do projeto \u00e9 o pesquisador Iveraldo Dutra, da Universidade Estadual de S\u00e3o Paulo em Ara\u00e7atuba, que far\u00e1 o estudo da microbiota dos animais. No exterior, o coordenador ser\u00e1 o pesquisador James Cole, da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, com a parceria da pesquisadora Adina Chuang Howe, da Universidade Estadual de Iowa, no mesmo pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outras institui\u00e7\u00f5es brasileiras envolvidas s\u00e3o a Universidade Federal do Par\u00e1, o Instituto Federal do Acre, a Universidade de Guarulhos, a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e a Universidade Federal Rural de Pernambuco.<\/p>\n<p><em>Liliane Bello (MTb 01766\/GO) <br \/>\n Embrapa Agrobiologia <br \/>\n agrobiologia.imprensa@embrapa.br<\/em><\/p>\n<p>_____________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n<table style=\"background-color: #ccff9a; width: 680px;\" border=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p><strong><span style=\"font-size: medium;\">Parque do Xingu possui primeiro sistema participativo org\u00e2nico ind\u00edgena<\/span><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-27317\" title=\"Parque_do_Xingu_n\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Parque_do_Xingu_n.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"243\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Parque_do_Xingu_n.jpg 350w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Parque_do_Xingu_n-300x208.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/>A Associa\u00e7\u00e3o Terra Ind\u00edgena Xingu (Atix) recebeu autoriza\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) para funcionar como o primeiro Sistema Participativo de Garantia (SPG) exclusivamente ind\u00edgena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para essa conquista, a Atix contou com a parceria da Funai, por meio da Coordena\u00e7\u00e3o-Geral de Promo\u00e7\u00e3o ao Etnodesenvolvimento e da Coordena\u00e7\u00e3o Regional do Xingu, com apoio inicial da GIZ (Ag\u00eancia Alem\u00e3 de Coopera\u00e7\u00e3o Internacional), que contratou um consultor em 2014 para orient\u00e1-los no desenvolvimento do trabalho. A Atix tamb\u00e9m tem como parceiro o Instituto Socioambiental (ISA), que vem apoiando o projeto do mel h\u00e1 cerca de 20 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o coordenador geral de promo\u00e7\u00e3o ao etnodesenvolvimento da Funai, Juan Negret, o papel da Funda\u00e7\u00e3o no processo foi de parceria com o Mapa e a Atix, &#8220;outros povos ind\u00edgenas v\u00e3o se credenciar, como os Sater\u00e9 Maw\u00e9, com o guaran\u00e1&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A certifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica valoriza o produto ind\u00edgena, que alcan\u00e7a um mercado diferenciado. Antes do credenciamento, a Associa\u00e7\u00e3o contratava uma certificadora por auditoria, a um custo anual que pesava no or\u00e7amento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o coordenador de agroecologia do Mapa, Rog\u00e9rio Dias \u00e9 vis\u00edvel o crescimento forte de org\u00e2nicos e o aumento dos produtos nos supermercados, &#8220;vamos incentivar outros grupos ind\u00edgenas a certificarem seus produtos&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os povos do Parque do Xingu utilizam o mel, tradicionalmente, para fins medicinais e alimentares. A partir dos anos 1990, passaram a criar abelhas com a finalidade de comercializar o excedente da produ\u00e7\u00e3o. Apesar do desafio da mudan\u00e7a no sistema de produ\u00e7\u00e3o, a atividade tornou-se uma grande oportunidade de gera\u00e7\u00e3o de renda com sustentabilidade ambiental que nem interfere nem concorre com as atividades tradicionais. Os apicultores associados da Atix comercializam, em m\u00e9dia, uma tonelada de mel org\u00e2nico por ano, mas, segundo eles, ainda \u00e9 pouco: h\u00e1 uma demanda de mercado para a compra de no m\u00ednimo 12 toneladas\/ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O apoio a certifica\u00e7\u00f5es participativas \u00e9 uma das formas de fomento a projetos de desenvolvimento sustent\u00e1vel pela Funai e est\u00e1 de acordo com objetivos da Pol\u00edtica Nacional de Gest\u00e3o Territorial e Ambiental de Terras Ind\u00edgenas (PNGATI), no que diz respeito ao uso sustent\u00e1vel de recursos naturais e iniciativas produtivas ind\u00edgenas. As organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas que tiverem interesse em desenvolver um sistema participativo para certificar a produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica de suas comunidades podem entrar em contato com a Funai pelo e-mail\u00a0<a href=\"mailto:cgetno@funai.gov.br\">cgetno@funai.gov.br<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Terra Ind\u00edgena Parque do Xingu est\u00e1 localizada na regi\u00e3o nordeste do estado de Mato Grosso, numa \u00e1rea de transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica entre Cerrado e Amaz\u00f4nia. Com 2,6 milh\u00f5es de hectares, o Parque abriga cerca de sete mil ind\u00edgenas de 16 povos distintos: Aweti, Ikpeng, Kaiabi, Kalapalo, Kamaiur\u00e1, K\u0129s\u00eadj\u00ea (Suy\u00e1), Kuikuro, Matipu, Mehinako, Nahuku\u00e1, Naruvotu, Wauja, Tapayuna, Trumai, Yudj\u00e1, Yawalapiti. Por enquanto, 70 apicultores de 39 aldeias das etnias kaiabi, Yuj\u00e1, K\u0129s\u00eadj\u00ea e Ikpeng participam da produ\u00e7\u00e3o de mel com certifica\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, mas o objetivo da Atix \u00e9 ampliar o n\u00famero de apicultores e etnias envolvidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entenda como funciona o SPG<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A principal caracter\u00edstica do Sistema Participativo de Garantia (SPG) \u00e9 o controle social e a responsabilidade coletiva e solid\u00e1ria pela certifica\u00e7\u00e3o org\u00e2nica da produ\u00e7\u00e3o. Todos se visitam para garantir a qualidade org\u00e2nica, o que possibilita a gera\u00e7\u00e3o de credibilidade adequada \u00e0s diferentes realidades sociais, culturais, pol\u00edticas, institucionais, organizacionais e econ\u00f4micas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O SPG \u00e9 formado por produtores e outras pessoas interessadas no funcionamento desse mecanismo de avalia\u00e7\u00e3o. Essas pessoas organizam uma estrutura b\u00e1sica composta pelos membros do Sistema &#8211; que podem incluir, por exemplo, distribuidores, consumidores e outros colaboradores &#8211; e criam um Organismo Participativo de Avalia\u00e7\u00e3o da Conformidade (OPAC), que \u00e9 a parte do SPG que avalia, verifica e atesta que os produtos atendem \u00e0s exig\u00eancias legais da produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica. A partir da\u00ed, o produtor pode usar o selo de produto org\u00e2nico, conforme imagem ilustrativa acima.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As visitas de avalia\u00e7\u00e3o s\u00e3o feitas anualmente, a fim de revalidar a certifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o. O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento realiza pelo menos uma auditoria por ano para verificar o funcionamento do Organismo de Avalia\u00e7\u00e3o e validar a autoriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em>Fonte: FUNAI \/ Edi\u00e7\u00e3o: Planeta Org\u00e2nico<\/em><\/p>\n<p>___________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Semin\u00e1rio Internacional de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica e Marcas Coletivas O SEBRAE, o INPI e a OMPI- Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Propriedade Intelectual est\u00e3o realizando o Semin\u00e1rio Internacional de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica e Marcas Coletivas, com foco no Artesanato, que ocorrer\u00e1 nos dias 24 a 25 de setembro de 2015,no Sapucaia Praia Hotel &#8211; Tamba\u00fa &#8211; Jo\u00e3o Pessoa &#8211; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":""},"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27289"}],"collection":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27289"}],"version-history":[{"count":15,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27289\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27326,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27289\/revisions\/27326"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27289"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27289"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27289"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}