{"id":31261,"date":"2019-08-23T09:00:18","date_gmt":"2019-08-23T12:00:18","guid":{"rendered":"http:\/\/planetaorganico.com.br\/site\/?p=31261"},"modified":"2019-09-25T14:50:29","modified_gmt":"2019-09-25T17:50:29","slug":"compositos-de-madeira-plastica-consideracoes-gerais","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/compositos-de-madeira-plastica-consideracoes-gerais\/","title":{"rendered":"COMP\u00d3SITOS DE MADEIRA PL\u00c1STICA: CONSIDERA\u00c7\u00d5ES GERAIS"},"content":{"rendered":"<p><em><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-31238\" title=\"LogoSA\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/LogoSA.jpg\" alt=\"\" width=\"145\" height=\"139\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/LogoSA.jpg 403w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/LogoSA-300x286.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 145px) 100vw, 145px\" \/>Antonio Claudio Kieling, Genilson Pereira Santana, Maria Cristina dos Santos<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pl\u00e1stico se tornou um passivo ambiental de ordem mundial e qualquer solu\u00e7\u00e3o contribuir\u00e1 para reduzir este problema. Dentre as solu\u00e7\u00f5es existentes se encontra a madeira pl\u00e1stica, um comp\u00f3sito de pl\u00e1stico e componentes de madeira, como fibras, serragem, sabugo de milho, casca de arroz, etc. Este trabalho tem como objetivo mostrar alguns aspectos da madeira pl\u00e1stica como evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, composi\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o. Inicialmente, \u00e9 apresentada uma evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da madeira pl\u00e1stica no mundo e no Brasil. Os dados obtidos da literatura mostram que a madeira pl\u00e1stica pode ser produzida de diversos materiais, destacando-se a serragem de madeira sendo incorporada com termopl\u00e1sticos recicl\u00e1veis. Esta revis\u00e3o mostra tamb\u00e9m que a produ\u00e7\u00e3o de madeira pl\u00e1stica tem valores significativos no mercado mundial de pl\u00e1stico, principalmente na China e Estados Unidos da Am\u00e9rica. Finalmente, evidenciou-se que a madeira pl\u00e1stica possui diversas aplica\u00e7\u00f5es no mercado mundial, sendo comercializada normalmente como utens\u00edlios dom\u00e9sticos, na constru\u00e7\u00e3o civil e naval, entre outras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Palavras-Chave:<\/strong> Evolu\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica, Termopl\u00e1sticos Recicl\u00e1veis, Produ\u00e7\u00e3o e Aplica\u00e7\u00e3o de Madeira Pl\u00e1stica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Wood plastic composites:<\/strong> General considerations. Plastic has become a world-class environmental liability and any solution will help reduce this problem. Among the existing solutions are wood plastic, a plastic composite and components of wood, such as fibers, sawdust, corn cob, rice husk, etc. This work aims to show some aspects of wood plastic as historical evolution, composition, production and application. Initially, a historical evolution of wood plastic is presented in the world and in Brazil. The data obtained from the literature show that the wood plastic can be produced of diverse materials, standing out the wood sawing being incorporated with recyclable thermoplastics. This review also shows that the production of wood plastic has significant values in the world plastic market, mainly in China and the United States of America. Finally, it was evidenced that wood plastic has several applications in the world market, and is usually marketed as domestic utensils, in civil and naval construction, among others.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Keywords:<\/strong> Historical Evolution, Recyclable Thermoplastics, Production and Application of Wood plastic<\/p>\n<ol>\n<li>\n<ol>\n<li>1 Parte da tese de doutorando no Curso de Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM)<\/li>\n<li>2 Professor Assistente do Departamento de Engenharia Mec\u00e2nica, da Escola Superior de Tecnologia, da Universidade Estadual do Amazonas, Av. Darcy Vargas, 1220, Parque 10, Manaus, AM \u2013 Brasil. E-mail: <a href=\"mailto:antonio.kieling@yahoo.com\" target=\"_blank\">antonio.kieling@yahoo.com<\/a><\/li>\n<li>3 Professor Titular do Departamento de Qu\u00edmica, do Instituto de Ci\u00eancias Exatas, da Universidade Federal do Amazonas, Av. Gal. Rodrigo Oct\u00e1vio, 3.000, Coroado II. Manaus, AM \u2013 Brasil. E-mail: <a href=\"mailto:gsantana2005@gmail.com\" target=\"_blank\">gsantana2005@gmail.com<\/a><\/li>\n<li>4 Professora Titular do Laborat\u00f3rio de Imunoqu\u00edmica, do Departamento de Parasitologia, do Instituto de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, da Universidade Federal do Amazonas, Av. Gal. Rodrigo Oct\u00e1vio, 3.000, Coroado II. Manaus, AM \u2013 Brasil. E-mail: <a href=\"mailto:mcsantos@ufam.edu.br\" target=\"_blank\">mcsantos@ufam.edu.br<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os materiais comp\u00f3sitos j\u00e1 existem h\u00e1 muitos s\u00e9culos. O primeiro registro do aparecimento de materiais comp\u00f3sitos remonta \u00e0 antiga civiliza\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia, com a introdu\u00e7\u00e3o do contraplacado e a utiliza\u00e7\u00e3o de um composto de palha com lama para o refor\u00e7o de tijolos e sarc\u00f3fagos (BADR et al., 2018). Nos \u00faltimos anos, os comp\u00f3sitos podem ser encontrados em diversas \u00e1reas, tais como engenharia civil, industrial, estruturas residenciais e monumentos hist\u00f3ricos, entre outros (BRIGANTE, 2014).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora n\u00e3o haja defini\u00e7\u00e3o universalmente aceita, um material comp\u00f3sito pode ser visto como um sistema composto de dois ou mais constituintes que diferem em forma ou composi\u00e7\u00e3o material e\/ou que s\u00e3o essencialmente insol\u00faveis um no outro. Em princ\u00edpio, qualquer combina\u00e7\u00e3o de dois ou mais materiais como met\u00e1licos, polim\u00e9ricos ou cer\u00e2micos pode ser usada, por\u00e9m os constituintes mais empregados s\u00e3o fibra, part\u00edcula, l\u00e2mina, camada, floco ou carga e matriz. A matriz constitui o corpo ou fase cont\u00ednua, servindo para dar forma ao comp\u00f3sito; os outros constituintes s\u00e3o denominados estruturais, pois determinam a estrutura interna do comp\u00f3sito. Na pr\u00e1tica, a maioria das composi\u00e7\u00f5es dos comp\u00f3sitos consiste de um material, chamado matriz e outro material chamado de refor\u00e7o, adicionado principalmente para aumentar a resist\u00eancia mec\u00e2nica e a rigidez da matriz, mas tamb\u00e9m, por vezes, para modificar a sua condutividade t\u00e9rmica ou resistividade el\u00e9trica (CARDARELLI, 2018).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Composto de pl\u00e1stico de madeira (WPC) \u00e9 um composto feito de madeira e termofixo ou termopl\u00e1stico. Os materiais comp\u00f3sitos est\u00e3o classificados em tr\u00eas grupos principais: comp\u00f3sitos refor\u00e7ados com part\u00edculas, comp\u00f3sitos refor\u00e7ados com fibras e comp\u00f3sitos estruturais conforme Figura 1 (CALLISTER; RETHWISCH, 2016). Os comp\u00f3sitos refor\u00e7ados com fibras em matriz polim\u00e9rica (CMP) s\u00e3o os mais comuns, sendo os mais conhecidos os pol\u00edmeros refor\u00e7ados com fibras (PRF), anteriormente considerados comp\u00f3sitos \u00e0 base de resina (CBR). Esses materiais usam uma resina \u00e0 base de pol\u00edmero como matriz, e fibras como o refor\u00e7o. Por ter rela\u00e7\u00f5es resist\u00eancia-peso e rigidez-peso muito elevadas (chamadas de resist\u00eancia espec\u00edfica e m\u00f3dulo espec\u00edfico), os PRF s\u00e3o os mais comuns e importantes tecnologicamente. A Figura 1 apresenta uma vis\u00e3o esquem\u00e1tica dos materiais comp\u00f3sitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31264\" title=\"Figura1a\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura1a.jpg\" alt=\"\" width=\"680\" height=\"275\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura1a.jpg 680w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura1a-300x121.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 680px) 100vw, 680px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Figura 1<\/strong> &#8211; Classifica\u00e7\u00e3o dos tipos de comp\u00f3sitos utilizando v\u00e1rios tipos de refor\u00e7o. Fonte: (Adaptado de CALLISTER; RETHWISCH, 2016).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentre os CBR, a madeira pl\u00e1stica \u00e9 um produto novo que vem substituindo com vantagens a madeira natural, sendo ecologicamente correta e fabricada a partir da transforma\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias-primas reaproveit\u00e1veis (naturais ou n\u00e3o) e de materiais recicl\u00e1veis, como res\u00edduos de diversos tipos de pl\u00e1stico e fibras vegetais. A madeira pl\u00e1stica apresenta todas as vantagens que o pl\u00e1stico em si tem: n\u00e3o racha, n\u00e3o d\u00e1 cupim nem mofo, n\u00e3o sofre a a\u00e7\u00e3o de pragas, insetos e nem roedores, \u00e9 resistente a umidade, maresia e ao apodrecimento, podendo ser utilizada em todos os ambientes hostis \u00e0 madeira tradicional, e n\u00e3o requer nenhum tipo de tratamento especial. Al\u00e9m disso, apresenta maior agarre a pregos e parafusos, n\u00e3o solta farpa e pode ser trabalhada com as mesmas ferramentas da madeira e n\u00e3o precisa ser envernizada. A produ\u00e7\u00e3o de madeira pl\u00e1stica com materiais recicl\u00e1veis tem como base qualquer tipo de pl\u00e1stico recicl\u00e1vel, podendo ser agregado at\u00e9 40% de fibras vegetais, como serragem, fibra de coco, bambu, borra de caf\u00e9, sabugo de milho, casca de arroz, algod\u00e3o, folhas, e mais uma infinidade de outras fibras. \u00c9 poss\u00edvel acrescentar tamb\u00e9m corantes na mistura, fazendo qualquer tipo de cor desde que o res\u00edduo pl\u00e1stico a ser usado seja claro (KLYOSOV, 2007). Este trabalho tem como objetivo mostrar alguns aspectos da madeira pl\u00e1stica, tais como evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, composi\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e vantagens\/desvantagens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. MATERIAIS E M\u00c9TODOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma busca acad\u00eamica de publica\u00e7\u00f5es utilizando-se as bases de dados do Portal de Peri\u00f3dicos da Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (CAPES) e as ferramentas de pesquisa Google Acad\u00eamico e Scielo foi realizada, considerando o per\u00edodo de 2007 a 2018. As palavras chave \u201cwood plastic composite\u201d e \u201cwood plastic production\u201d foram utilizadas como descritores deste trabalho. A lista inicial foi analisada, sendo exclu\u00eddos dados n\u00e3o relacionados aos objetivos deste trabalho. Realizou-se tamb\u00e9m uma busca em livros t\u00e9cnicos na base de dados do Google Livros, utilizando-se como descritores as mesmas palavras chave anteriormente mencionadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. HIST\u00d3RICO DA MADEIRA PL\u00c1STICA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estudos realizados mostram que os primeiros projetos de madeira pl\u00e1stica, na d\u00e9cada de 50, utilizaram p\u00f3 de madeira e PP na fabrica\u00e7\u00e3o de partes internas de carros. Na d\u00e9cada de 70 do s\u00e9culo XX, na It\u00e1lia, foi patenteado um processo de extrus\u00e3o de wood plastic para uma mistura de 50% de p\u00f3 de madeira e 50% de PP em que o material era inicialmente misturado com uma extrusora dupla rosca e depois extrudado em forma de l\u00e2minas (filmes) tamb\u00e9m para partes interiores de autom\u00f3veis (ZOCH, 2013). Nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas quem tomou parte das pesquisas relacionadas foram os Estados Unidos, ampliando as formas de utiliza\u00e7\u00e3o da madeira pl\u00e1stica. O primeiro registro da produ\u00e7\u00e3o de madeira pl\u00e1stica tamb\u00e9m ocorreu na d\u00e9cada de 1970, cujo processo de fabrica\u00e7\u00e3o foi inicialmente desenvolvido na Europa e no Jap\u00e3o. A mat\u00e9ria-prima utilizada era sucatas pl\u00e1sticas p\u00f3s-industriais, que eram os \u00fanicos res\u00edduos pl\u00e1sticos dispon\u00edveis e baratos na \u00e9poca. No entanto, a baixa competitividade da madeira pl\u00e1stica produzida levou ao fechamento dessa ind\u00fastria no Jap\u00e3o (BRASIL, 2017).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda nos anos 70, do s\u00e9culo XX, o holand\u00eas Eduard Klobbie desenvolveu um sistema de transforma\u00e7\u00e3o de res\u00edduos de resina sint\u00e9tica termopl\u00e1stica em um produto similar a madeira pl\u00e1stica. Na d\u00e9cada de 1980, algumas empresas passaram a utilizar o sistema de Klobbie para processar diversos tipos de res\u00edduos pl\u00e1sticos e, desde ent\u00e3o, a reciclagem mec\u00e2nica de pl\u00e1sticos vem sendo desenvolvida (ALMEIDA, 2013). No entanto, houve um uso limitado do composto de pl\u00e1stico de madeira antes da d\u00e9cada de 1980, devido \u00e0 falta de familiaridade entre as ind\u00fastrias de madeira e pl\u00e1stico. Em comum, existem muito poucos fornecedores de materiais e equipamentos e materiais de processo de forma muito diferente e em diferentes escalas (DAC, 2016). No in\u00edcio, a madeira era usada como material de preenchimento para termopl\u00e1sticos com o uso de lascas de madeira recicladas ou farinha de madeira. T\u00eam algumas vantagens claras em compara\u00e7\u00e3o com enchimentos inorg\u00e2nicos e refor\u00e7os: mais leves, menos abrasivos, renov\u00e1veis e de baixo custo. Al\u00e9m disso, melhora a rigidez e a estabilidade dimensional com um aumento m\u00ednimo de peso. Em virtude da necessidade de reduzir a quantidade de res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos (RSU) nos aterros sanit\u00e1rios devido \u00e0 falta de espa\u00e7o f\u00edsico e ao elevado custo de transporte, no final da d\u00e9cada de 1980, principalmente nos Estados Unidos, iniciou-se a produ\u00e7\u00e3o de madeira pl\u00e1stica como uma alternativa importante para a redu\u00e7\u00e3o da disposi\u00e7\u00e3o final dos res\u00edduos pl\u00e1sticos nesses aterros sanit\u00e1rios (PINHO, 2011). O primeiro experimento industrial da WPC \u00e9 o interior automotivo fabricado pela American Woodstock, em 1983. Eles produziram substratos de pain\u00e9is WPC usando tecnologia de extrus\u00e3o italiana. Polipropileno com aproximadamente 50% de farinha de madeira foi extrudido em uma folha plana que foi ent\u00e3o formada em v\u00e1rias formas para pain\u00e9is automotivos interiores. Esta foi uma das primeiras grandes aplica\u00e7\u00f5es da tecnologia WPC nos Estados Unidos (DAC, 2016).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A madeira pl\u00e1stica era utilizada como mat\u00e9ria-prima para a fabrica\u00e7\u00e3o de mesas de piquenique e bancos de jardim. Posteriormente, durante a d\u00e9cada de 1990, foram desenvolvidas tecnologias com a finalidade de produzi-la para substituir a madeira natural em outras estruturas usadas em jardins, como cercas e decks. A falta de padr\u00f5es e de especifica\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria de estrutura foi vista como barreira para a aplica\u00e7\u00e3o da madeira pl\u00e1stica, principalmente no setor de constru\u00e7\u00e3o civil (ALMEIDA, 2013). No Jap\u00e3o, a empresa Ein Co. Ltd. Patenteou a marca E-Wood que consiste em um comp\u00f3sito pl\u00e1stico-madeira cuja composi\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u00e9 de 55% de madeira e 45% de PP. A empresa ainda possui 75 patentes referentes ao comp\u00f3sito pl\u00e1stico-madeira. Em Taiwan, uma empresa iniciou, em 2003, a produ\u00e7\u00e3o de perfis, pisos e molduras a partir de comp\u00f3sitos pl\u00e1stico-madeira com nome Eubert (BORENSTAIN, 2014).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora seja conhecido e h\u00e1 muitas pesquisas em v\u00e1rias d\u00e9cadas, este ainda \u00e9 um material novo para muitas pessoas. Recentemente, no entanto, a ind\u00fastria de pl\u00e1sticos de madeira tem crescido muito em todo o mundo, da Am\u00e9rica do Norte \u00e0 Europa e \u00c1sia. Ainda no in\u00edcio dos anos 90, a Advanced Environmental Recycling Technology (AERT) e uma divis\u00e3o da Mobil Chemical Company (mais tarde transformada em Trex) come\u00e7aram a produzir WPCs s\u00f3lidos consistindo em aproximadamente 50% de fibra de madeira em polietileno. Estes produtos incluem t\u00e1buas de conv\u00e9s, madeiras de paisagem, mesas de piquenique e piso industrial. Comp\u00f3sitos similares foram triturados em componentes de janelas e portas. Hoje, o mercado de decks \u00e9 o maior e mais veloz mercado de WPC. Tamb\u00e9m no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990, a Strandex Corporation come\u00e7ou a produzir perfis e formas de WPC extrudados diretamente no formato final, sem a necessidade de fresamento ou posterior conforma\u00e7\u00e3o. Em 1993, a Andersen Corporation come\u00e7ou a fabricar WPCs com base em PVC, como perfis de porta e depois caixilhos de janelas. Desde meados dos anos 90, s\u00e9culo XX, outros fabricantes de WPC come\u00e7aram a expandir este mercado. Em 1996, v\u00e1rias empresas norte-americanas come\u00e7aram a fornecer pellets de madeira ou outras fibras naturais e pl\u00e1stico (chamado composto WPC) para muitos fabricantes que n\u00e3o queriam misturar seu pr\u00f3prio material. Ainda nessa \u00e9poca, a atividade na ind\u00fastria de WPC aumentou drasticamente com o r\u00e1pido desenvolvimento da tecnologia e muitos participantes ingressaram no mercado. A primeira Confer\u00eancia Internacional sobre Comp\u00f3sitos Pl\u00e1sticos de Fibra de Madeira foi realizada em Wisconsin, Estados Unidos, em 1991, onde pesquisadores e representantes industriais de ind\u00fastrias de pl\u00e1stico e florestais compartilharam ideias e coopera\u00e7\u00e3o. O crescimento no mercado de WPC foi realmente impressionante, nos Estados Unidos, de cerca de 50.000 toneladas, em 1995, para 600.000 toneladas, em 2003, e 1,3 milh\u00f5es de toneladas, em 2015, ocupando 48% do mercado mundial, seguido por China e Europa, com 33% e 9%, respectivamente. As aplica\u00e7\u00f5es de constru\u00e7\u00e3o civil em edif\u00edcios (especialmente decks e corrim\u00f5es) ainda s\u00e3o o maior mercado de WPC, seguido pelo interior automotivo e m\u00f3veis. A demanda crescente por comp\u00f3sitos de pl\u00e1stico de madeira como substituto de baixo custo e ambientalmente correto para componentes de pl\u00e1stico e a\u00e7o em aplica\u00e7\u00f5es de constru\u00e7\u00e3o deve impulsionar significativamente o crescimento do mercado (DAC, 2016).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os primeiros trabalhos envolvendo a madeira pl\u00e1stica, no Brasil, foram desenvolvidos no IMA (Instituto de Macromol\u00e9culas) da UFRJ, na d\u00e9cada de 1990, sendo formada a primeira linha de pesquisa regular sobre o assunto. Com essas pesquisas, desenvolveu-se posteriormente uma formula\u00e7\u00e3o de madeira pl\u00e1stica consistindo em uma mistura de polietilenos reciclados (75% de PEBD e 25% de PEAD). O IMA desenvolveu ainda o IMAWOOD\u00ae, uma &#8220;madeira pl\u00e1stica&#8221;, obtida a partir de res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos, constitu\u00eddos principalmente de sacos de pl\u00e1sticos descartados, empregados em embalagens diversas. O material desenvolvido apresentava potencial de ser aplicado na ind\u00fastria de constru\u00e7\u00e3o civil, em divis\u00f3rias, pisos, treli\u00e7as, e tamb\u00e9m na agropecu\u00e1ria, na constru\u00e7\u00e3o de mour\u00f5es de cerca, est\u00e1bulos e estrados diversos (PAULA; COSTA, 2008).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As prefeituras das cidades do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo incentivaram o mercado de madeira pl\u00e1stica Brasileiro adquirindo tampas de bueiros produzidas com madeira pl\u00e1stica, minimizando os sistem\u00e1ticos furtos destes produtos fabricados normalmente com ferro fundido em fun\u00e7\u00e3o de seu maior valor comercial (OLIVEIRA; OLIVEIRA; COSTA, 2013).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4. COMPONENTES DA MADEIRA PL\u00c1STICA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A madeira pl\u00e1stica apresenta em sua composi\u00e7\u00e3o uma mistura em propor\u00e7\u00e3o definida de seus componentes: serragem\/fibras de madeira e termopl\u00e1stico. A combina\u00e7\u00e3o da baixa densidade, resist\u00eancia qu\u00edmica, custo baixo e um balan\u00e7o entre rigidez e tenacidade permite que termopl\u00e1sticos desempenhem papel importante na produ\u00e7\u00e3o de madeira pl\u00e1stica (CALLISTER; RETHWISCH, 2016).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Termopl\u00e1sticos consistem em longas mol\u00e9culas de comprimento na ordem de 20 a 30 nm e fluem facilmente sob tens\u00e3o sem elevadas temperaturas, permitindo assim ser fabricados no formato solicitado e mantendo a forma quando resfriados \u00e0 temperatura ambiente. Esses pol\u00edmeros podem ser repetidamente aquecidos, fabricados, resfriados e, consequentemente, serem reciclados. Os termopl\u00e1sticos mais conhecidos s\u00e3o acr\u00edlicos, nylon (poliamida), polietileno (PE), poli (\u00e9ter-\u00e9ter cetona), poliestireno (PS) e polipropileno (PP) (NAZ\u00c1RIO et al., 2016).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os termopl\u00e1sticos podem ser classificados em termos de classe de pl\u00e1sticos como polipropileno-polietileno, politereftalato de etileno e policloreto de vinila, termofixos, borrachas e fibras. Algumas caracter\u00edsticas dos termopl\u00e1sticos s\u00e3o a moldabilidade a altas temperaturas, isolamento t\u00e9rmico e el\u00e9trico, resist\u00eancia ao impacto, baixo custo de mercado e reciclabilidade. Essas propriedades, aliadas a grande diversidade de aplica\u00e7\u00f5es do produto, fazem o consumo de pol\u00edmeros aumentar consideravelmente no mundo (MORASSI, 2013).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os termopl\u00e1sticos se fundem ao serem aquecidos a certa faixa de temperatura, o que permite serem moldados. Uma vez resfriados endurecem e tomam uma determinada forma. Como esse processo pode ser repetido v\u00e1rias vezes, esses pl\u00e1sticos s\u00e3o recicl\u00e1veis podendo ser reaproveitados, s\u00e3o materiais relativamente macios e d\u00facteis devido \u00e0s liga\u00e7\u00f5es do tipo Van der Walls, que s\u00e3o liga\u00e7\u00f5es fracas, permitindo a reversibilidade (MESQUITA, 2018).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Habitualmente res\u00edduos de fibras naturais ou madeiras na forma de serragem s\u00e3o adicionados ao termopl\u00e1stico recicl\u00e1vel com a inten\u00e7\u00e3o de melhorar suas propriedades f\u00edsico-qu\u00edmicas, permitindo assim uma madeira pl\u00e1stica de qualidade para as mais variadas aplica\u00e7\u00f5es residenciais e industriais (KLYOSOV, 2007). Os componentes normalmente usados na fabrica\u00e7\u00e3o da madeira pl\u00e1stica e suas aplica\u00e7\u00f5es est\u00e3o descritos na Tabela 1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Referente a madeiras utilizadas, verifica-se que a ind\u00fastria de processamento gera bastante res\u00edduos que podem ser classificados em tr\u00eas tipos diferentes: a) serragem: res\u00edduo de opera\u00e7\u00f5es de corte com serras met\u00e1licas, b) maravalha: res\u00edduo de opera\u00e7\u00f5es de plainas e beneficiadoras de madeira, e c) lenha: quando os res\u00edduos apresentam grandes dimens\u00f5es. Cerca de 5% de res\u00edduos na forma de serragem s\u00e3o gerados na ind\u00fastria moveleira madeireira (HILIG, 2013). Na ind\u00fastria serralheira, o aproveitamento de toras brutas \u00e9 de 38,7% em m\u00e9dia, sobrando 61,3% como res\u00edduos de madeira (KONOLSAISEN, 2013). Os res\u00edduos na forma de serragem s\u00e3o utilizados por criadores de aves e res\u00edduos maiores em caldeiras para gerarem energia para as opera\u00e7\u00f5es em geral. As madeiras tratadas utilizadas usualmente na ind\u00fastria madeireira para m\u00f3veis e outros utens\u00edlios de madeira tamb\u00e9m podem ser reaproveitadas, necessitando um processamento de moagem para redu\u00e7\u00e3o do material em part\u00edculas (CAETANO; SELBACH, GOMES, 2016).<\/p>\n<p><strong>Tabela 1<\/strong> \u2013 Dados sobre madeira pl\u00e1stica, materiais e aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; border: 1px solid #000000;\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Material<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Aplica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Coment\u00e1rios<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Refer\u00eancia<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PET &#8211; Serragem (Anogeissus leiocarpus)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Pain\u00e9is de WPC<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Extrus\u00e3o 270\u00b0C, inje\u00e7\u00e3o 170-200\u00b0C<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Oladejo et al. (2017)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PEAD &#8211; Serragem (pinus pinaster) &#8211; anidrido maleico\/am<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Pain\u00e9is de WPC<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Prensagem a quente (2,5 MPa) a 180\u00b0C por 8 min e prensagem   a frio diminuindo a T at\u00e9 25 \u25e6C (12 min)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Mbarek et al, (2010)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP (virgem\/v &#8211; reciclado\/r) &#8211; Serragem (pine flour) 0.2 a   0.5 mm &#8211; anidrido maleico\/am<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Testes propriedades WPC<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Extrus\u00e3o 186-190\u00b0C<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Bhaskar; Haq; Yadav (2011)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP &#8211; Serragem (pinheiro) anidrido maleico\/am &#8211;   Nanopart\u00edculas de Argila<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Testes propriedades WPC com argila<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Inje\u00e7\u00e3o 170-220-200\u00b0C (in\u00edcio-bico-molde)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Yadav; Yusoh (2015)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PEAD &#8211; fibras (Pinus taiwanensis, Trema orientalis,   Phyllostachys makinoi, Cunninghamia lanceolata)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Testes propriedades WPC com fibras asi\u00e1ticas<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Prensagem a quente (2,5 MPa) a 180\u00b0C por 8 min e prensagem   a frio diminuindo a T at\u00e9 25 \u25e6C (12 min)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Hung et al. (2017)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>L\u00e3 mineral reciclada, Fibra de madeira, PP, Anidrido   maleico, Agente lubrificante, agente silano<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Testes propriedades WPC com l\u00e3 mineral<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Material homogeinizado previamente, resist\u00eancia \u00e0 flex\u00e3o   diminui com acrescimo de l\u00e3 mineral, material extrudado<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>V\u00e4ntsi (2015)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Serragem (Pinus sylvestris), zeolite, PP, anidrido   maleico\/am<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Testes propriedades WPC com zeolite<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Material extrudado (175-190\u00b0C) e injetado (180\u00b0C)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Kaymakci et al, (2017)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP (virgem\/v e reciclado\/r), Casca arroz, Serragem,   Corante (pain\u00e9is externos pr\u00e9dio)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Blocos de WPC constru\u00e7\u00e3o civil<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Material extrudado (175-190\u00b0C), pain\u00e9is expostos a   radia\u00e7\u00e3o UV<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Zaini et al (2016)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP (virgem\/v &#8211; reciclado\/r) &#8211; Serragem (pine flour) 0.2 a   0.5 mm &#8211; anidrido maleico\/am<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Testes propriedades WPC<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Extrus\u00e3o 186-190\u00b0C, MEV mostra boa ades\u00e3o com uso de   anidrido maleico<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Bhaskar et al. (2012)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PEAD, Serragem (pinheiro), 0.25 a 0.43 mm, tratamento   deslignifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Testes propriedades WPC sem lignina<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Material extrudado (180\u00b0C) e injetado (190\u00b0C),   deslignificado\/cloreto de s\u00f3dio\/\u00e1cido ac\u00e9tico (AA)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Chen et al. (2014)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP, Serragem (pinheiro), PRIEX agente acoplamento<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Testes propriedades WPC com aglomerante<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Material extrudado em t\u00e1buas, agente de acoplamento   melhora propriedades<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Byk (2018)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PEBD, PEAD, PET, Serragem (suma\u00fama)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Testes propriedades WPC perfil t\u00e1buas<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Material de sach\u00eas\/\u00e1gua, conteineres, garrafas\/\u00e1gua,   separados e utilizados com serragem 0-0.5, 0.5-1.0, 1.0-2.0 mm<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Oluyege et al. (2017)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PEAD, Serragem (Paraserianthes falcataria)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Placas de WPC<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Material extrudado em t\u00e1buas<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Arnandha et al. (2017)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP, Serragem (Pinus taeda e elliotti)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Testes propriedades WPC sem aditivos<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Material extrudado duas vezes e depois injetados corpos de   prova<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 217px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Battistelle et al. (2014)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">Especificamente no Brasil, os termopl\u00e1sticos mais utilizados na fabrica\u00e7\u00e3o de madeira pl\u00e1stica normalmente apresentam uma identifica\u00e7\u00e3o em seus r\u00f3tulos e n\u00e3o liberam gases t\u00f3xicos em seu processamento posterior (OLIVEIRA;<br \/>\n OLIVEIRA; COSTA, 2013). Dentre os quais s\u00e3o usados os seguintes, informados na Tabela 2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tabela 2 <\/strong>\u2013 Tipos de termopl\u00e1sticos, utiliza\u00e7\u00e3o corriqueira e s\u00edmbolo de reciclagem segundo ABNT NBR<br \/>\n 13230\/1994.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31265\" title=\"Tab2\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Tab2.jpg\" alt=\"\" width=\"544\" height=\"270\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Tab2.jpg 680w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Tab2-300x149.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 544px) 100vw, 544px\" \/><\/p>\n<p><strong>5. PRODU\u00c7\u00c3O DE MADEIRA PL\u00c1STICA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pl\u00e1stico \u00e9 uma hist\u00f3ria de sucesso global apresentando crescimento cont\u00ednuo por mais de 50 anos, como pode ser visto na Figura 2. A produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e1stico pulou de 1,5 milh\u00f5es de toneladas, em 1950, para 322 milh\u00f5es de toneladas, em 2015, e neste mesmo ano, a produ\u00e7\u00e3o global de pl\u00e1stico cresceu 3,4% comparado com 2014. A taxa m\u00e9dia de crescimento de 1950 a 2015 foi de 8,6% ao ano (PLASTICS EUROPE, 2018).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31266\" title=\"Figura2b\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura2b.jpg\" alt=\"\" width=\"381\" height=\"295\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura2b.jpg 680w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura2b-300x232.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 381px) 100vw, 381px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Figura 2<\/strong> \u2013 Evolu\u00e7\u00e3o mundial da produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e1sticos de 1950 a 2015 em milh\u00f5es de toneladas. <em>Fonte: (Adaptado de PLASTICS EUROPE, 2017).<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A China liderava com 28% a produ\u00e7\u00e3o global de pl\u00e1sticos, em 2015, mencionada na Figura 3, apresentando na sequencia NAFTA (North America Free Trade Area) com 19% em segundo lugar, Europa com 18% vem em terceiro lugar, seguida pelos demais pa\u00edses da \u00c1sia com 17%, Oriente M\u00e9dio e \u00c1frica com 7%, Am\u00e9rica Latina e Jap\u00e3o com 4% e CEI (Comunidade dos Estados Independentes) com 3%.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31267\" title=\"Figura3c\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura3c.jpg\" alt=\"\" width=\"611\" height=\"328\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura3c.jpg 764w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura3c-300x160.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 611px) 100vw, 611px\" \/><\/p>\n<p><strong>Figura 3<\/strong> \u2013 Produ\u00e7\u00e3o global de pl\u00e1sticos e consumo. <em>Fonte: (Adaptado de PRIORITY METRICS GROUP, 2018).<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1989, a produ\u00e7\u00e3o global de pl\u00e1sticos ultrapassava a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o. A produ\u00e7\u00e3o global de a\u00e7o em 2015 foi de 203 bilh\u00f5es de litros enquanto a produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e1sticos atingiu 322 bilh\u00f5es de litros. A compara\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o se refere a litros em fun\u00e7\u00e3o de que o a\u00e7o tem uma densidade oito vezes maior que o pl\u00e1stico. Os pol\u00edmeros de alta performance representam menos de 1% deste mercado, enquanto os pl\u00e1sticos de engenharia est\u00e3o ao redor de 10%. Os termopl\u00e1sticos padr\u00f5es representam 70% do mercado, com lideran\u00e7a do PE (Polietileno) com 34%, PP (Polipropileno) com 24,2%. Na Europa nove pa\u00edses atingiram um \u00edndice de recupera\u00e7\u00e3o de mais de 95% dos res\u00edduos de pl\u00e1stico p\u00f3s-consumo (Su\u00ed\u00e7a, \u00c1ustria, Holanda, Alemanha, Su\u00e9cia, Luxemburgo, Dinamarca, B\u00e9lgica e Noruega). Estes pa\u00edses apresentam restri\u00e7\u00f5es a aterros sanit\u00e1rios para dep\u00f3sito de seus Res\u00edduos S\u00f3lidos Urbanos (RSU). Tamb\u00e9m seis desses pa\u00edses est\u00e3o entre os 11 pa\u00edses com as maiores taxas de reciclagem (&gt; 30%). Portanto, n\u00e3o descartar o material em aterros aumenta as economias de recupera\u00e7\u00e3o, 69,2% em m\u00e9dia na Europa, e proporciona taxas de reciclagem mais altas (PLASTICS EUROPE, 2018).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s mais de 30 anos de desenvolvimento do mercado, em 2010, a produ\u00e7\u00e3o de madeira pl\u00e1stica global atingiu 1,47 milh\u00e3o de toneladas, o que significa, com uma parcela m\u00e9dia de madeira de 50% em sua composi\u00e7\u00e3o, 735 mil toneladas de madeira &#8211; o que ainda \u00e9 apenas um fragmento do total mercado global de madeira, conforme a Tabela 3. Dados do ITTO <em>(INTERNATIONAL TROPICAL TIMBER ORGANIZATION<\/em>) em 2010 mostram que a produ\u00e7\u00e3o mundial de madeira foi de 124,80 milh\u00f5es de toneladas (141,40 milh\u00f5es m3), sendo que a parte de madeira utilizada na produ\u00e7\u00e3o de madeira pl\u00e1stica corresponde a apenas 0,50 % da produ\u00e7\u00e3o global de madeira, o que mostra o grande potencial ainda a ser explorado (ITTO, 2018).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, os principais termopl\u00e1sticos s\u00e3o utilizados em Constru\u00e7\u00e3o Civil (25,2%), Alimentos (18,6%), Artigos de com\u00e9rcio em atacado e varejo (10,0%), Autom\u00f3veis e Autope\u00e7as (7,7%), Bebidas (5,9%), Produtos de Metal (5,7%), M\u00e1quinas e Equipamentos (5,7%), (M\u00f3veis 4,6%), Perfumaria, Higiene e Limpeza (3,1%), Papel, Celulose e impress\u00e3o (3,0%), Agricultura (2,8%), Qu\u00edmicos (2,4%), Eletr\u00f4nicos (2,2%) T\u00eaxteis e Vestu\u00e1rios (0,9%), Farmac\u00eautico (0,8%), Outros e Equipamentos de Transportes (0,6%) e Outros (0,7%) (ABIPLAST, 2017). Atualmente, os pol\u00edmeros mais utilizados no setor de embalagens (considerados commodities) s\u00e3o: polietileno (PE), polipropileno (PP), poli tereftalato de etileno (PET), policroleto de vinila (PVC) e poliestireno (PS) (SINDIPLAST, 2018).<\/p>\n<p><strong>Tabela 3 <\/strong>\u2013 Mercado global de madeira pl\u00e1stica em 2010 e proje\u00e7\u00e3o para 2015.<\/p>\n<table style=\"width: 100%;\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>MERCADO<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>2010<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>2015<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>CRESCIMENTO ANUAL (%)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>MERCADO GLOBAL (%)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Am\u00e9rica do Norte<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>900000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>1300000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>8<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>47<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>China<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>300000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>900000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>25<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>32<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Europa<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>150000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>250000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>11<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>9<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Jap\u00e3o<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>60000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>120000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>15<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>4<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>R\u00fassia<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>10000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>70000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>48<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>3<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Sudeste Asi\u00e1tico<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>30000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>55000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>13<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>2<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Am\u00e9rica do Sul<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>10000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>50000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>38<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>2<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>\u00cdndia<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>5000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>40000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>52<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>1<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Total<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>1465000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>2785000<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>210<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 170px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>100<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><em>Fonte: (CARUS; EDER, 2015)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o de resinas termopl\u00e1sticas tem aumentado significativamente no Brasil. O consumo aparente (que representa a soma do volume de produ\u00e7\u00e3o com importa\u00e7\u00f5es menos o volume exportado) de resinas termopl\u00e1sticas, no Brasil, tem evolu\u00eddo ao longo dos \u00faltimos anos a uma taxa de aproximadamente 4,7% ao ano (PETROQU\u00cdMICA, 2017). Isso \u00e9 devido, em grande parte, pelo crescimento da economia brasileira, melhor distribui\u00e7\u00e3o de renda e maior poder de consumo das classes C, D e E. Considerando apenas o mercado de resinas (PE, PP, PVC), o potencial de crescimento no consumo de pl\u00e1stico do mercado brasileiro pode ser observado quando comparado com o consumo em pa\u00edses desenvolvidos, como nos EUA onde o consumo de resinas, em 2011, foi de cerca de 66 kg por habitante enquanto, no Brasil, foi de 25 kg por habitante. Desde o plano real e o in\u00edcio da estabiliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica no Brasil, o consumo de resinas vem subindo de forma significativa (ZOCH, 2013; ALMEIDA, 2013).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O sul do Estado de Minas Gerais ter\u00e1 a primeira usina do pa\u00eds com gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica a partir do lixo, o projeto \u00e9 pioneiro no Brasil e ir\u00e1 utilizar res\u00edduos s\u00f3lidos como combust\u00edvel para fomentar uma nova tecnologia com menores taxas de emiss\u00e3o de poluentes. A planta ser\u00e1 constru\u00edda em Boa Esperan\u00e7a\/MG, sendo controlado por Furnas Centrais El\u00e9tricas. Trata-se de um projeto que usa a tecnologia de gaseifica\u00e7\u00e3o, que \u00e9 bastante diferente da incinera\u00e7\u00e3o. A taxa de poluentes neste caso \u00e9 muito baixa, \u00e9 uma tecnologia que permite utilizar todos os res\u00edduos s\u00f3lidos em geral e, pelo g\u00e1s produzido, gerar a energia el\u00e9trica (SOARES; SILVA, 2017).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6. APLICA\u00c7\u00c3O DA MADEIRA PL\u00c1STICA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos desafios da aplica\u00e7\u00e3o da madeira pl\u00e1stica depende da melhoria do desempenho f\u00edsico e mec\u00e2nico. Outra quest\u00e3o \u00e9 a absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua na parte da madeira, um problema que reduz parcialmente a rigidez devido as intemp\u00e9ries ambientais. A madeira pl\u00e1stica \u00e9 majoritariamente produzida em todo o mundo na forma de placas ocas ou s\u00f3lidas para decks em geral e substitui predominantemente a madeira, que existe em maior abund\u00e2ncia e \u00e9 em geral proveniente de \u00e1reas tropicais. Todavia, o uso da madeira pl\u00e1stica vai depender do tipo de material usado em sua fabrica\u00e7\u00e3o. A Tabela 4 apresenta uma s\u00e9rie de tipos de madeira pl\u00e1stica e suas caracter\u00edsticas ap\u00f3s a fabrica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mercado mais antigo pode ser encontrado na Am\u00e9rica do Norte e na Europa, onde algumas grandes empresas participam do mercado, tais como a IKEA. O uso de res\u00edduos de fibra de madeira torna os produtos de pl\u00e1stico mais fortes e menos dispendiosos, permitindo colocar os res\u00edduos em bom uso (BRASKEN, 2017). A Figura 4 apresenta exemplos de produtos produzidos com a utiliza\u00e7\u00e3o de madeira pl\u00e1stica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tabela 4 <\/strong>\u2013 Uso de madeira pl\u00e1stica em v\u00e1rias aplica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<table style=\"width: 100%;\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><strong>PL\u00c1STICO <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><strong>MATERIAL <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><strong>CARACTER\u00cdSTICAS <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><strong>REFER\u00caNCIA <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Serragem<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PET<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><em>Anogeissus   leiocarpus <\/em><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Alta resist\u00eancia e rigidez, durabilidade, baixo custo de manuten\u00e7\u00e3o,   pre\u00e7os acess\u00edveis, ecologicamente correta.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(OLADEJO et al., 2017)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PEAD<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><em>pinus   pinaster <\/em>anidrido maleico<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><em>+ <\/em><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Significativa rela\u00e7\u00e3o custo-benef\u00edcio \u00a0\u00a0 e propriedades mec\u00e2nicas.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(MBAREK et al., 2010)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP (virgem\/v\u00a0 reciclado\/r)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p><em>pine   flour<\/em> + anidrido maleico<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>O PP reciclado tem estabilidade dimensional compar\u00e1vel ao PP virgem,   as propriedades de tra\u00e7\u00e3o e flex\u00e3o s\u00e3o equivalentes, o anidrido maleico   melhora a adesividade.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(BHASKAR;<\/p>\n<p>HAQ; YADAV, 2011)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p>Pinheiro \u2013 anidrido maleico\/am Nanopart\u00edculas de Argila<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Baixa densidade, baixo custo, renovabilidade e reciclabilidade,   propriedades mec\u00e2nicas favor\u00e1veis, adi\u00e7\u00e3o 5% nanopart\u00edculas de argila   melhoram propriedades mec\u00e2nicas.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(YADAV; YUSOH, 2015)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p><em>Pinus sylvestris<\/em>, zeolite, anidrido maleico\/am<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p>Poss\u00edvel fabricar formas mais complexas do que com produtos de madeira   maci\u00e7a, com um rendimento de mat\u00e9ria-prima pr\u00f3ximo de 100%, ( KAYMAKCI et WPCs   s\u00e3o uma alternativa competitiva \u00e0s al., 2017) madeiras de lei tropicais e   consideram-se que requerem menos manuten\u00e7\u00e3o que os produtos de madeira   convencionais.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p><em>Pinus   taeda e elliotti <\/em><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p>A inclus\u00e3o de serragem proporcionou a obten\u00e7\u00e3o de comp\u00f3sitos com boas   caracter\u00edsticas mec\u00e2nicas (BATTISTELLE que podem ser aplicados na fabrica\u00e7\u00e3o   de et al., 2014)\u00a0 diferentes materiais,   empregados especificamente em ambientes externos.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP (virgem\/v e reciclado\/r),<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p>Casca arroz, Corante (pain\u00e9is \u00a0 externos<\/p>\n<p>pr\u00e9dio)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Uso de WPC na constru\u00e7\u00e3o civil \u00e9 necess\u00e1rio devido ao Sistema de   Edif\u00edcios Industrializados (IBS) na Mal\u00e1sia, melhor controle de recursos   materiais e custos, sustentabilidade. WPC material verde devido ao uso de   materiais reciclados em sua composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(ZAINI et al., 2016)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP (virgem\/v\u00a0 reciclado\/r)<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p><em>pine   flour<\/em>. 0.2 a 0.5\u00a0 mm &#8211; anidrido maleico\/am<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Baixo custo de manuten\u00e7\u00e3o, fabrica\u00e7\u00e3o com res\u00edduos da ind\u00fastria   moveleira ou da madeira e pl\u00e1sticos reciclados descartados no meio ambiente,   redu\u00e7\u00e3o de impacto ambiental, alta estabilidade dimensional quando   injetado\/extrudado.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(BHASKAR et al., 2012)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PEAD<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p>pinheiro, 0.25 a 0.43 mm, tratamento deslignifica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>WPCs t\u00eam vantagens ambientais e econ\u00f4micas, baixa densidade, baixa   abras\u00e3o e baixo custo de material em compara\u00e7\u00e3o com as fibras de vidro   convencionais e outros materiais inorg\u00e2nicos.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(CHEN et al., 2014)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p>pinheiro,  PRIEX agente   acoplamento<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>WPC n\u00e3o sofre corros\u00e3o, resiste bem a podrid\u00e3o,   decomposi\u00e7\u00e3o e a salinidade marinha.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(BYK, 2018)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PEBD, PEAD, PET<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p>Suma\u00fama<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>WPC conformado em qualquer forma, tamanho, desenho ou qualidade,   dependendo do uso final pretendido, \u00e9 renov\u00e1vel\/ecol\u00f3gico, o avan\u00e7o   tecnol\u00f3gico leva a custos reduzidos, melhor desempenho, novos produtos,   reciclagem de material e maior sensibilidade ambiental.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(OLUYEGE et al., 2017)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PEAD<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p><em>Paraserianthes   falcataria <\/em><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>sequestra carbono atmosf\u00e9rico gerando impacto ambiental positivo,   madeira \u00e9 usada misturada a pl\u00e1sticos de forma a reduzir o pre\u00e7o em   compara\u00e7\u00e3o com um produto pl\u00e1stico s\u00f3lido.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(ARNANDHA et al., 2017)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p>Fibra<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PEAD<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p><em>Pinus taiwanensis, Trema   orientalis, Phyllostachys makinoi, Cunninghamia lanceolata) <\/em><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Redu\u00e7\u00e3o da degrada\u00e7\u00e3o externa pelo tempo e biol\u00f3gica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0   madeira, melhorias nas propriedades de flex\u00e3o e resist\u00eancia, menor custo,   menor desgaste de equipamentos de produ\u00e7\u00e3o e menor manuten\u00e7\u00e3o, produto   ambientalmente amig\u00e1vel.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>(HUNG et al., 2017)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>PP<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" colspan=\"2\" valign=\"top\">\n<p>L\u00e3 mineral reciclada, anidrido  maleico, agente lubrificante, agente   silano<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p>Vantagens econ\u00f4micas utilizando materiais reciclados, WPCs materiais \u00a0 ecologicamente corretos comparados aos   comp\u00f3sitos polim\u00e9ricos tradicionais, redu\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia de fontes n\u00e3o renov\u00e1veis   de energia e materiais, menores emiss\u00f5es de poluentes, menores emiss\u00f5es de   gases do efeito estufa e recupera\u00e7\u00e3o de energia, biodegradabilidade de alguns   componentes.<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"width: 142px; border: 1px solid #000000;\" valign=\"top\">\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-31269\" title=\"Figura4d\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura4d.jpg\" alt=\"\" width=\"544\" height=\"334\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura4d.jpg 680w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Figura4d-300x184.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 544px) 100vw, 544px\" \/><\/p>\n<p><strong>Figura 4<\/strong> \u2013 Artigos manufaturados com madeira pl\u00e1stica. Fonte: (www.ikea.com, www.inbrasil.ind.br, www.wise.eco.br, www.madeplast.com.br).<\/p>\n<p><strong>7. CONSIDERA\u00c7\u00d5ES FINAIS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pl\u00e1stico atualmente representa um grande problema ambiental, pois poluiu e ainda polui praticamente todos ecossistemas mundiais. Por outro lado, a madeira pl\u00e1stica representa uma alternativa vi\u00e1vel por estender a vida \u00fatil do pl\u00e1stico e por utilizar res\u00edduos da ind\u00fastria madeireira, dentre outros. Essa afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 corroborada pelos dados do mercado mundial que j\u00e1 comercializa a madeira pl\u00e1stica na forma de diversos produtos. Deve ser destacado a China e Estados Unidos da Am\u00e9rica cuja produ\u00e7\u00e3o e consumo de madeira pl\u00e1stica permite afirmar a viabilidade do seu uso. Notou-se que a madeira pl\u00e1stica pode ser produzida por diversos materiais, basta para isso ter res\u00edduos de madeira (como serragem e fibras) e um termopl\u00e1stico (como PP, PET, PEAD). A versatilidade na produ\u00e7\u00e3o tem tornado a madeira pl\u00e1stica uma \u00f3tima op\u00e7\u00e3o para a redu\u00e7\u00e3o da dissemina\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico no ambiente e aumentar a vida \u00fatil de aterros sanit\u00e1rios. Dependendo da aplica\u00e7\u00e3o, a madeira pl\u00e1stica possibilita o uso do pl\u00e1stico por v\u00e1rios anos, aumentando o ciclo de vida de produtos oriundos de um importante passivo ambiental.<\/p>\n<p><strong>Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este artigo \u00e9 in\u00e9dito e n\u00e3o est\u00e1 sendo considerado para qualquer outra publica\u00e7\u00e3o. O(s) autor(es) e revisores n\u00e3o relataram qualquer conflito de interesse durante a sua avalia\u00e7\u00e3o. Logo, a revista Scientia Amazonia det\u00e9m os direitos autorais, tem a aprova\u00e7\u00e3o e a permiss\u00e3o dos autores para divulga\u00e7\u00e3o, deste artigo, por meio eletr\u00f4nico.<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ABIPLAST. Ind\u00fastria Brasileira de Transforma\u00e7\u00e3o e Reciclagem de Material Pl\u00e1stico. Perfil 2017. Acesso em 25\/03\/2018. Dispon\u00edvel em &lt; http:\/\/file.abiplast.org.br\/file\/download\/2018\/Perfil-2017.pdf&gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ALMEIDA, A. B. MADEIRA PL\u00c1STICA: ESTUDO DE VIABILIDADE T\u00c9CNICO E ECON\u00d4MICO A PARTIR DO RES\u00cdDUO S\u00d3LIDO. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado. Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia de Minas, Metal\u00fargica e Materiais. UFRGS, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ARNANDHA, Y.; SATYARNO, Y.; AWALUDIN, A.; IRAWATI, I. S.; PRASETYA, Y.; PRAYITNO, D. A.; WINATA, D. C.; SATRIO, M. H.; AMALIA, A. Physical and Mechanical properties of WPC board from sengon sawdust and recycled HDPE plastic. Procedia Engineering 171 (2017) 695-704, 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BADR, N. M.; ALI, M. F.; EL HADIDI, N. M. N.; NAEEM, G. A. Identification of materials used in a wooden coffin lid covered with composite layers dating back to the Ptolemaic period in Egypt. ARP &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Profissional de Conservadores-Restauradores de Portugal. Conservar Patrim\u00f3nio xx (xxxx) 1-13, https:\/\/doi.org\/10.14568\/cp2017029, 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BHASKAR, J.; HAQ, S.; PANDEY, A. K.; SRIVASTAVA, N. Evaluation of properties of propylene-pine wood Plastic composite. J. Mater. Environ. Sci. 3 (3) (2012) 605-612, 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BHASKAR, J.; HAQ, S.; YADAV, S. B. Evaluation and testing of mechanical properties of wood plastic composite. Journal of Thermoplastic Composite Materials 25(4) 391\u2013401, 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BORENSTAIN, M. B. COMP\u00d3SITO PL\u00c1STICO-MADEIRA PRODUZIDOS COM PART\u00cdCULAS DE Pinus, Eucalyptus E POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE (PEAD). Monografia Gradua\u00e7\u00e3o Engenharia Florestal. Universidade Federal de Vi\u00e7osa, 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BRASIL, A. P. M. D. S. GEST\u00c3O DE RES\u00cdDUOS S\u00d3LIDOS URBANOS NA AMAZ\u00d4NIA PARAENSE: UM ESTUDO SOBRE O MUNIC\u00cdPIO DE BARCARENA (1897-2017). Tese (Doutorado em Geografia). Universidade Estadual Paulista &#8211; Faculdade de Ci\u00eancias e Tecnologia \u201cJ\u00falio de Mesquita Filho\u201d. Presidente Prudente, 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BRASKEN. Braskem lan\u00e7a novo conceito de resina reciclada no evento internacional Sustainable Brands. 2017. Acesso em 18\/09\/2018. Dispon\u00edvel em &lt;https:\/\/www.braskem.com.br\/detalhe-noticia\/braskem-lanca-novo-conceito-de-resina-reciclada-no-evento-internacional-sustainable-brands&gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BRIGANTE, D. New Composite Materials &#8211; Selection, Design, and Application. Springer, N\u00e1poles, 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BYK Additives and Instruments. Wood plastic composites &#8211; Addcomp Holland, 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CAETANO, M. O.; SELBACH, J. B. O.; GOMES, L. P. Composi\u00e7\u00e3o gravim\u00e9trica dos RCD para a etapa de acabamento em obras residenciais horizontais. Ambiente Constru\u00eddo, Porto Alegre, v. 16, n. 2, p. 51-67, abr.\/jun. 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ci\u00eancia e Engenharia de Materiais &#8211; Uma Introdu\u00e7\u00e3o &#8211; 9\u00aa Ed. LTC, 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CARDARELLI, F. Materials Handbook: A Concise Desktop Reference. Springer, 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CARUS, M.; EDER, A. WPC\/NFC Market Study. 2015 nova-Institut GmbH, Version 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CHEN, Y.; STARK, N. M.; TSHABALALA, M. A.; GAO, J.; FAN, Y. Properties of wood-plastic composites (WPCs) reinforced with extracted and delignified wood flour. DE GRUYTER, DOI 10.1515\/hf-2013-0175, Holzforschung, 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DAC, H. D. Wood plastic composite \u2013 a brief history. Plastic &amp; Rubber Sales Representative at BRENNTAG ASIA PACIFIC, 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">HILIG, E. Viabilidade t\u00e9cnica de produ\u00e7\u00e3o de comp\u00f3sitos de polietileno (HDPE) refor\u00e7ados com res\u00edduo de madeira e derivados das ind\u00fastrias moveleiras. Universidade Federal do Paran\u00e1. Setor de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias. Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia Florestal, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">HUNG, K. C.; YEH, H.; YANG, T. C.; WU, T. L.; XU, J. W.; WU, J. H. Characterization of Wood-Plastic Composites Made with Different Lignocellulosic Materials that Vary in Their Morphology, Chemical Composition and Thermal Stability. Polymers 2017, 9, 726; doi:10.3390\/polym9120726, 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IKEA. ODGER Chair. Acesso em 20\/03\/2018. Dispon\u00edvel em &lt; https:\/\/www.ikea.com\/us\/en\/catalog\/products\/00360002\/&gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">INBRASIL. Banco de Jardim Madeira Pl\u00e1stica 93cm. Acesso em 20\/03\/2018. Dispon\u00edvel em &lt;http:\/\/www.inbrasil.ind.br\/produto\/banco-de-jardim-madeira-plastica-com-encosto-93cm\/&gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ITTO. INTERNATIONAL TROPICAL TIMBER ORGANIZATION. Acesso em 21\/02\/2018. Dispon\u00edvel em &lt;https:\/\/www.itto.int\/news_releases\/id=5195&gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">KAYMAKCI, A.; GULEC, T.; HOSSEINIHASHEMI, S. K.; AYRILMIS, N. PHYSICAL, MECHANICAL AND THERMAL PROPERTIES OF WOOD\/ ZEOLITE\/PLASTIC HYBRID COMPOSITES. Maderas. Ciencia y tecnolog\u00eda 19(3): 339 &#8211; 348, 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">KLYOSOV, A. A. Wood-Plastic Composites. John Wiley &amp; Sons, Inc., 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">KONOLSAISEN, G. J. AN\u00c1LISE DOS CUSTOS PARA ADEQUA\u00c7\u00c3O DE SERRAS CIRCULARES EM MADEIREIRAS NO PARAN\u00c1. Universidade Tecnol\u00f3gica Federal do Paran\u00e1 \u2013 UTFPR. Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Seguran\u00e7a do Trabalho, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MACIEL J\u00daNIOR, R. P. INFLU\u00caNCIA DE CARGAS DE REFOR\u00c7O NAS PROPRIEDADES MEC\u00c2NICAS DE COMP\u00d3SITOS DE MATRIZ POLIM\u00c9RICA. Monografia Engenharia Metal\u00fargica, Departamento de Engenharia Metal\u00fargica e Materiais, Universidade Federal do Cear\u00e1, 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MADEPLAST. Acesso em 20\/03\/2018. Dispon\u00edvel em &lt; https:\/\/www.madeplast.com.br\/deck-modular&gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MARTINEZ, R. T. DESENVOLVIMENTO E CARACTERIZA\u00c7\u00c3O DE COMP\u00d3SITOS H\u00cdBRIDOS A PARTIR DE POLIPROPILENO RECICLADO, RES\u00cdDUOS DE BORRACHA DE PNEU E CARBONATO DE C\u00c1LCIO. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Engenharia de materiais). Universidade Presbiteriana Mackenzie, s\u00e3o Paulo, 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MBAREK, T; ROBERT, L.; HUGOT, F.; ORTEU, J. J.; SAMMOUDA, H.; GRACIAA, A.; CHARRIER, B .Study of Wood Plastic Composites elastic behaviour using full field measurements. EPJ Web of Conferences 6, 28005, 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MESQUITA, J. L. Reciclagem do pl\u00e1stico, um drama da nossa gera\u00e7\u00e3o. O Estad\u00e3o. Edi\u00e7\u00e3o de 20 de fevereiro de 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MORASSI, O. J. Pol\u00edmeros termopl\u00e1sticos, termofixos e elast\u00f4meros. Conselho Regional de Qu\u00edmica IV Regi\u00e3o (SP), 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">NAZ\u00c1RIO, G. F.; SILVA, V. C.; ROCHA, A. H. S.; RODRIGUES, F. R.; LIMA, F. P. A. MADEIRA PL\u00c1STICA: UMA REVIS\u00c3O CONCEITUAL. Revista Engenharia em A\u00e7\u00e3o UniToledo, Ara\u00e7atuba, SP, v. 01, n. 01, p. 54-71, out.\/dez., 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">OLADEJO, K. O.; OMONIYI, T. E. Dimensional Stability and Mechanical Properties of Wood Plastic Composites Produced from Sawdust of Anogeissus leiocarpus (Ayin) with Recycled Polyethylene Teraphthalate (PET) Chips. European Journal of Applied Engineering and Scientific Research, 5 (1): 28-33, 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">OLIVEIRA, E. M. R.; OLIVEIRA, E. M. R; COSTA, R. A. Dossi\u00ea T\u00e9cnico &#8211; Madeira Pl\u00e1stica. Instituto Euvaldo Lodi. IEL\/BA, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">OLUYEGE A. O.; EKONG, A. A.; AGUDA L.O.; OGUNLEYE B.M.; ABIOLA J.K.; OLAYIWOLA, Y.B. PHYSICAL AND MECHANICAL<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PROPERTIES OF WOOD PLASTIC COMPOSITES PRODUCED FROM SAWDUST OF Ceiba pentandra (L.) Gaertn. AND PLASTIC WASTES. Journal of Forestry Research and Management. Vol. 14 (2), 95-112; 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PAULA, R.M.; COSTA, D.L. Madeira pl\u00e1stica: aliando tecnologia e sustentabilidade. XII Encontro Latino Americano de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica e VIII Encontro Latino Americano de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o \u2013 Universidade do Vale do Para\u00edba. S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, 2008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PETROQU\u00cdMICA. Petroqu\u00edmica no Brasil. 2017. Acesso em 18\/09\/2018. Dispon\u00edvel em &lt; https:\/\/petroquimica2017.wordpress.com\/2017\/10\/16\/petroquimica-no-brasil\/&gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PINHO, P. M. Avalia\u00e7\u00e3o dos planos municipais de gest\u00e3o integrada de res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos na Amaz\u00f4nia Brasileira. Tese (Doutorado em Ci\u00eancia Ambiental) &#8211; Universidade de S\u00e3o Paulo. S\u00e3o Paulo. 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PLASTICS EUROPE. World Plastics Production 1950 \u20132015. Plastics Europe Market Research Group (PEMRG) \/ Consultic Marketing &amp; Industrieberatung GmbH, 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PRIORITY METRICS GROUP. Plastics Global. www.pmgco.com, 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">REINALDO, J. S. PROCESSAMENTO E CARACTERIZA\u00c7\u00c3O DA BLENDA POLI(METACRILATO DE METILA) (PMMA) ELASTOM\u00c9RICO E POLI(TEREFTALATO DE ETILENO) (PET) P\u00d3S-CONSUMO. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Engenharia de Materiais). Universidade Federal do Rio Grande do Norte. natal, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SCHWARZKOPF, M. J; BURNARD, M.D..Wood-Plastic Composites\u2014Performance and Environmental Impacts. Environmental Impacts of Traditional and Innovative Forest-based Bioproducts, Environmental Footprints and Eco-design of Products and Processes, DOI 10.1007\/978-981-10-0655-5_2, Springer Science+Business Media Singapore, 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SINDIPLAST \u2013 Sindicato da Ind\u00fastria de Material Pl\u00e1stico, Transforma\u00e7\u00e3o e Reciclagem de Material Pl\u00e1stico do Estado de S\u00e3o Paulo. Os Pl\u00e1sticos. 2018. Acesso em 28\/03\/2018. Dispon\u00edvel em &lt;http:\/\/www.sindiplast.org.br\/site\/os-plasticos&gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SOARES, L.; SILVA, S. Sul de Minas ter\u00e1 1\u00aa usina do pa\u00eds com gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica a partir do lixo. G1 Globo. 18\/04\/2017, 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V\u00c4NTSI, O. UTILIZATION OF RECYCLED MINERAL WOOL AS FILLER IN WOOD PLASTIC COMPOSITES. Thesis for the degree of Doctor of Science. Lappeenranta University of Technology. Finland, 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">YADAV, M. Y.; YUSOH, K. B. MECHANICAL AND PHYSICAL PROPERTIES OF WOOD-PLASTIC COMPOSITES MADE OF POLYPROPYLENE, WOOD FLOUR AND NANOCLAY. Kuala Lumpur International Agriculture, Forestry and Plantation. September 12 &#8211; 13, 2015<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">WISEWOOD. Acesso em 20\/03\/2018. Dispon\u00edvel em &lt;http:\/\/wise.eco.br\/dormentes.php&gt;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ZAINI, A. S. S. M.; RUS, A. Z. M.; RAHMAN, N. A.; JAIS, F. H. M.; FAUZAN, M. Z.; SUFIAN, N. A. Mechanical Properties Evaluation of Extruded Wood Polymer Composites. 4th International Conference on the Advancement of Materials and Nanotechnology (ICAMN IV), 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ZOCH, V. P. Produ\u00e7\u00e3o e Propriedades de Comp\u00f3sitos Madeira-Pl\u00e1stico Utilizando Res\u00edduos Minimamente Processados. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Engenharia Florestal). Universidade de Bras\u00edlia, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Scientia Amazonia, v. 8, n.1, B1-B14, 2019<br \/>\n Revista on-line http:\/\/www.scientia-amazonia.org<br \/>\n ISSN:2238.1910<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_____________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(Kieling, Santana e Santos)<br \/>\nConhe\u00e7a o artigo sobre comp\u00f3sitos de madeiras pl\u00e1sticas de Antonio Kieling, Genilson Santana e Maria dos Santos. Os produtos estavam presentes no estande da UEA durante o Green Rio 2019.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":31394,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31261"}],"collection":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31261"}],"version-history":[{"count":11,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31261\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":31273,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31261\/revisions\/31273"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31394"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31261"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31261"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31261"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}