{"id":4778,"date":"2010-01-29T16:14:57","date_gmt":"2010-01-29T19:14:57","guid":{"rendered":"http:\/\/planetaorganico.com.br\/site\/?p=4778"},"modified":"2010-01-29T16:14:57","modified_gmt":"2010-01-29T19:14:57","slug":"a-casa-ecologica","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/index.php\/a-casa-ecologica\/","title":{"rendered":"A casa ecol\u00f3gica"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-4804\" title=\"bantrab\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/bantrab.gif\" alt=\"bantrab\" width=\"379\" height=\"52\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/bantrab.gif 379w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/bantrab-300x41.gif 300w\" sizes=\"(max-width: 379px) 100vw, 379px\" \/><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/?p=3407&amp;preview=true\" target=\"_self\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-4805\" title=\"meiob\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/meiob.gif\" alt=\"meiob\" width=\"121\" height=\"47\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>A casa ecol\u00f3gica: uma proposta que re\u00fane tecnologia, conforto e coer\u00eancia com os princ\u00edpios ambientais<\/strong>\u00a0\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<ul>\n<li><em>Cristina\u00a0 Engel de ALVAREZ<br \/>Prof\u00aa Assistente UFES, Doutoranda pela FAUUSP<br \/>Arquiteta coordenadora do Laborat\u00f3rio de Planejamento e Projetos LPP\/CAR\/UFES<br \/>E-mail: <\/em><a href=\"mailto:engel@npd.ufes.br\"><em>engel@npd.ufes.br<\/em><\/a><\/li>\n<li><em>Patr\u00edcia M. Cony DANTAS\u00a0 &#8211; Mestranda pela UFRJ &#8211; arquiteta do LPP\/CAR\/UFES<\/em><\/li>\n<li><em>Marcelo S. FIOROTTI &#8211; Arquiteto Paisagista do LPP\/CAR\/UFES<\/em><\/li>\n<li><em>Maristela GAVA &#8211; Arquiteta pelo LPP\/CAR\/UFES<\/em><\/li>\n<li><em>Julio Eust\u00e1quio MELO<br \/>Prof. Assistente UnB, Engenheiro coordenador do depto. de engenharia do Laborat\u00f3rio de Produtos Florestais LPF\/IBAMA-DF<\/em>\u00a0\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n<p><em>Trabalho publicado em 01\/06\/2001<\/em><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>RESUMO<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A &#8220;Casa Ecol\u00f3gica&#8221; foi idealizada objetivando demonstrar procedimentos adequados do ponto de vista ecol\u00f3gico na constru\u00e7\u00e3o civil e abrigar atividades relacionadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental. Destaca-se que o conceito de &#8220;Casa Ecol\u00f3gica&#8221; passa, necessariamente, pela ado\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios coerentes com a pol\u00edtica de gerenciamento ambiental, quer seja na escolha dos materiais construtivos, como nas t\u00e9cnicas de aproveitamento dos condicionantes naturais (sol e vento), no tratamento dos res\u00edduos oriundos do uso (p. ex. esgoto) e na busca de racionaliza\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia energ\u00e9tica. O sistema construtivo b\u00e1sico adotado denomina-se &#8220;viga-laje&#8221;, j\u00e1 testado anteriormente na Esta\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica do Arquip\u00e9lago de S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo. Tal t\u00e9cnica foi escolhida em fun\u00e7\u00e3o de o sistema possibilitar a uni\u00e3o dos aspectos positivos da madeira com a resist\u00eancia do a\u00e7o proporcionando grande flexibilidade nas solu\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas, com garantia de durabilidade e pouca manuten\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o sistema permite o desmonte e remonte da edifica\u00e7\u00e3o em outro local de condi\u00e7\u00f5es semelhantes &#8211; condi\u00e7\u00e3o desej\u00e1vel para a Casa -, rapidez de montagem, facilidade de manuten\u00e7\u00e3o e possibilidade de desenvolvimento de habita\u00e7\u00e3o de interesse social por ajuda m\u00fatua e\/ou mutir\u00e3o.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A &#8220;Casa Ecol\u00f3gica&#8221; (figura 1) foi idealizada pela Secretaria de Estado para Assuntos do Meio Ambiente do Estado do Esp\u00edrito Santo, com o apoio da Aracruz Celulose S.A. e do Laborat\u00f3rio de Planejamento e Projetos do Centro de Artes da Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo. Os projetos &#8211; arquitet\u00f4nico, estrutural e complementares &#8211; foram desenvolvidos visando construir uma edifica\u00e7\u00e3o coerente com crit\u00e9rios previamente estabelecidos de sustentabilidade, racionaliza\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e m\u00ednimo impacto ambiental. O uso previsto para a edifica\u00e7\u00e3o foi definido para possibilitar atividades voltadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental, principalmente nos aspectos relacionados \u00e0 constru\u00e7\u00e3o civil &#8211; do partido adotado \u00e0 escolha dos materiais &#8211; e do uso racional do potencial energ\u00e9tico instalado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-4802\" title=\"figura-1\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/figura-1.jpg\" alt=\"figura-1\" width=\"340\" height=\"152\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/figura-1.jpg 340w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/figura-1-300x134.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/>Espera-se que a difus\u00e3o de novas t\u00e9cnicas construtivas, de solu\u00e7\u00f5es alternativas de obten\u00e7\u00e3o de energia e de tratamento dos res\u00edduos despertem o interesse de micros e pequenos empres\u00e1rios, principalmente de cunho artesanal, atentos para o lan\u00e7amento de novos produtos e servi\u00e7os no mercado do Esp\u00edrito Santo, incentivando tamb\u00e9m a gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Destaca-se que a fus\u00e3o de tr\u00eas setores expressivos da sociedade- pol\u00edtico, econ\u00f4mico e ensino\/pesquisa &#8211; permitiram a elabora\u00e7\u00e3o de uma proposta amplamente discutida, economicamente vi\u00e1vel e tecnicamente coerente com os princ\u00edpios ambientais estabelecidos.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>2. DIRETRIZES PROJETUAIS<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">As diretrizes principais constitu\u00edram-se no uso de materiais construtivos renov\u00e1veis &#8211; na medida do poss\u00edvel -, aproveitamento dos condicionantes naturais (sol e vento), no tratamento dos res\u00edduos oriundos do uso e na busca de racionaliza\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia energ\u00e9tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No aspecto relacionado \u00e0 escolha dos materiais, a madeira foi eleita como mat\u00e9ria prima fundamental, especialmente considerando ser este o \u00fanico material realmente renov\u00e1vel na constru\u00e7\u00e3o civil tradicional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Procurando aliar os conceitos ambientais com a situa\u00e7\u00e3o deficit\u00e1ria de habita\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, o projeto foi desenvolvido para servir de par\u00e2metro para moradias de m\u00e9dio poder aquisitivo, podendo, com altera\u00e7\u00f5es, vir a ser produzida em s\u00e9rie para conjuntos habitacionais destinadas \u00e0s fam\u00edlias de baixa renda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante as pesquisas preliminares, foram constatados procedimentos urbanos &#8211; como por exemplo o desperd\u00edcio de \u00e1gua e energia &#8211; facilmente evitados a partir de modifica\u00e7\u00f5es de h\u00e1bitos. Para auxiliar na cria\u00e7\u00e3o de uma mentalidade de &#8220;n\u00e3o desperd\u00edcio&#8221;, a Casa foi projetada para servir de laborat\u00f3rio demonstrativo\/informativo de procedimentos ecologicamente corretos. Al\u00e9m disso, procurou-se dotar a Casa de elementos demonstrativos das solu\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas, j\u00e1 que a tomada de decis\u00f5es dos profissionais da constru\u00e7\u00e3o civil muitas vezes s\u00e3o oriundos do desconhecimento de t\u00e9cnicas e desenhos alternativos que proporcionem conforto ao usu\u00e1rio, economia e adequa\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios de conserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adicional aos objetivos propostos, a quest\u00e3o est\u00e9tica foi fundamental na elabora\u00e7\u00e3o dos conceitos j\u00e1 que buscava-se uma tipologia edificat\u00f3ria caracteristicamente urbana, sem contudo desvincular do padr\u00e3o &#8220;casa&#8221; presente na mem\u00f3ria coletiva.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3. O LOCAL DE IMPLANTA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A escolha do local de implanta\u00e7\u00e3o &#8211; Parque da Pedra da Cebola &#8211; foi motivada pelas caracter\u00edsticas espec\u00edficas do local e pelas atividades desenvolvidas ao longo do ano vinculadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O s\u00edtio onde foi implantado o Parque era uma antiga pedreira, desativada em 1978, cuja atividade econ\u00f4mica de extra\u00e7\u00e3o por um lado, ocasionou grande degrada\u00e7\u00e3o ambiental e, por outro, impediu a ocupa\u00e7\u00e3o urbana. O Parque foi inaugurado em 1997, servindo de exemplo de recupera\u00e7\u00e3o, com ampla utiliza\u00e7\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o rupestre e de restinga no exuberante projeto paisag\u00edstico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O parque possui cerca de 100.000 m\u00b2 onde se distribuem equipamentos esportivos, trilhas, \u00e1reas de lazer e contempla\u00e7\u00e3o, local de eventos, estacionamentos, etc. Dentre os principais eventos regulares, a Feira do Verde se destaca pela grande participa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e pelos resultados que vem obtendo ao longo dos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u00e1rea, originalmente do Governo Estadual, foi entregue \u00e0 Prefeitura Municipal de Vit\u00f3ria atrav\u00e9s de contrato de gest\u00e3o e, a viabiliza\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o da &#8220;Casa Ecol\u00f3gica&#8221; foi poss\u00edvel atrav\u00e9s da assinatura de um termo de compromisso entre as duas entidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O local dentro do Parque foi criteriosamente escolhido em fun\u00e7\u00e3o da possibilidade de ampla visita\u00e7\u00e3o da Casa &#8211; especialmente por escolares e turistas -, e dos condicionantes ambientais, especialmente radia\u00e7\u00e3o e ventila\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3. O PROJETO ARQUITET\u00d4NICO<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir do estabelecimento das diretrizes projetuais, buscou-se elaborar um programa que permitisse o desenvolvimento das atividades previstas e a composi\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica com o m\u00e1ximo de flexibilidade, intera\u00e7\u00e3o entre os ambientes e que servisse como refer\u00eancia demonstrativa do potencial est\u00e9tico do sistema b\u00e1sico adotado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A figura 3 apresenta duas imagens da maquete, ressaltando a busca de movimenta\u00e7\u00e3o nas fachadas e coberturas, projetadas em conson\u00e2ncia com as exig\u00eancias estruturais do sistema viga-laje e com o projeto complementar de obten\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica por sistema solar (placas fotovolt\u00e1icas).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4800\" title=\"figura-31\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/figura-31.jpg\" alt=\"figura-31\" width=\"681\" height=\"209\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/figura-31.jpg 681w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/figura-31-300x92.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 681px) 100vw, 681px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O quadro da figura 4 apresenta os principais ambientes e as respectivas \u00e1reas. As figuras 5 e 6, as plantas baixas e a figura 7 um corte esquem\u00e1tico longitudinal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Observa-se que a distribui\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os internos buscou dotar fluidez entre os v\u00e1rios ambientes, criando uma din\u00e2mica de intera\u00e7\u00e3o entre os usos. Ao mesmo tempo, a distribui\u00e7\u00e3o interna assemelha-se \u00e0 uma resid\u00eancia embora os usos sejam caracteristicamente para abrigar atividades relacionadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os ambientes foram concebidos a partir da t\u00e9cnica construtiva adotada, cujo posicionamento dos pain\u00e9is buscam o travamento das componentes da edifica\u00e7\u00e3o, formando uma unidade estrutural \u00edntegra.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4779\" title=\"ambiente\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/ambiente.jpg\" alt=\"ambiente\" width=\"670\" height=\"456\" \/><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3.1. Caracter\u00edsticas Gerais<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto arquitet\u00f4nico foi elaborado no Laborat\u00f3rio de Planejamento e Projetos da UFES, cuja principal fun\u00e7\u00e3o \u00e9 possibilitar o rebatimento das atividades acad\u00eamicas em projetos de extens\u00e3o universit\u00e1ria, unindo professores e alunos em prof\u00edcuos debates. Assim, devido \u00e0s caracter\u00edsticas peculiares da Casa, cada tomada de decis\u00e3o no projeto arquitet\u00f4nico foi precedida de ampla discuss\u00e3o, especialmente sob os aspectos da adequa\u00e7\u00e3o ambiental, racionaliza\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, conforto do usu\u00e1rio e viabilidade t\u00e9cnico-construtiva e econ\u00f4mica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com rela\u00e7\u00e3o ao partido adotado, conforme j\u00e1 mencionado anteriormente, embora a Casa Ecol\u00f3gica deva funcionar como um local de visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica, o partido proposto visa caracteriz\u00e1-la com os padr\u00f5es tipol\u00f3gicos de uma casa urbana, enfatizando que a coer\u00eancia ecol\u00f3gica n\u00e3o precisa estar vinculada a desconforto e padr\u00f5es est\u00e9ticos relacionados \u00e0 rusticidade (figura 8).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O quadro da figura 9 descreve sucintamente as principais caracter\u00edsticas do projeto, observando-se que todas as decis\u00f5es foram alicer\u00e7adas na realidade ambiental e econ\u00f4mica da regi\u00e3o e, especialmente, na possibilidade de incentivar o setor produtivo na gera\u00e7\u00e3o de produtos de qualidade e ambientalmente aceit\u00e1veis.<\/p>\n<table class=\"MsoTableGrid\" style=\"width: 689px; border-collapse: collapse; height: 501px; mso-border-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-themecolor: background1; mso-yfti-tbllook: 1184; mso-border-insideh: 1.5pt solid #BFBFBF; mso-border-insidev: 1.5pt solid #BFBFBF; mso-padding-alt: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-border-insideh-themecolor: background1; mso-border-insidev-themecolor: background1; mso-border-themeshade: 191; mso-border-insideh-themeshade: 191; mso-border-insidev-themeshade: 191;\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"689\">\n<tbody>\n<tr style=\"mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes;\">\n<td style=\"padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 140.1pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; mso-border-themecolor: background1; mso-border-themeshade: 191; border: #bfbfbf 1.5pt solid;\" width=\"187\" valign=\"top\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\"><span style=\"font-family: Calibri; font-size: small;\"><strong>MATERIAIS CONSTRUTIVOS<\/strong><\/span><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"border-bottom: #bfbfbf 1.5pt solid; border-left: #d4d0c8; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 14cm; padding-right: 5.4pt; border-top: #bfbfbf 1.5pt solid; border-right: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-top: 0cm; mso-border-themecolor: background1; mso-border-themeshade: 191; mso-border-left-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-left-themecolor: background1; mso-border-left-themeshade: 191;\" width=\"529\" valign=\"top\">\n<ul>\n<li>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\">Material construtivo b\u00e1sico: madeira de reflorestamento nas veda\u00e7\u00f5es (viga laje) e esquadrias;<\/p>\n<\/li>\n<li>Cobertura em telhas cer\u00e2micas produzidas a partir de reaproveitamento da mat\u00e9ria prima b\u00e1sica;<\/li>\n<li>Pain\u00e9is decorativos elaborados com material reciclado.<\/li>\n<\/ul>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"mso-yfti-irow: 1;\">\n<td style=\"border-bottom: #bfbfbf 1.5pt solid; border-left: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 140.1pt; padding-right: 5.4pt; border-top: #d4d0c8; border-right: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-top: 0cm; mso-border-themecolor: background1; mso-border-themeshade: 191; mso-border-top-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-top-themecolor: background1; mso-border-top-themeshade: 191;\" width=\"187\" valign=\"top\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\"><span style=\"font-family: Calibri; font-size: small;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>CONDICIONANTES AMBIENTAIS<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\">\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"border-bottom: #bfbfbf 1.5pt solid; border-left: #d4d0c8; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 14cm; padding-right: 5.4pt; border-top: #d4d0c8; border-right: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-top: 0cm; mso-border-left-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-left-themecolor: background1; mso-border-left-themeshade: 191; mso-border-top-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-top-themecolor: background1; mso-border-top-themeshade: 191; mso-border-bottom-themecolor: background1; mso-border-bottom-themeshade: 191; mso-border-right-themecolor: background1; mso-border-right-themeshade: 191;\" width=\"529\" valign=\"top\">\n<ul>\n<li>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\">Ventila\u00e7\u00e3o cruzada em todos os ambientes de perman\u00eancia m\u00e9dia e\/ou prolongada, com sistema de ventos oriundos de NE;<\/div>\n<\/li>\n<li>Controle do vento Sul, indesej\u00e1vel para os padr\u00f5es de conforto t\u00e9rmico em Vit\u00f3ria;<\/li>\n<li>Abertura de grandes v\u00e3os envidra\u00e7ados, especialmente na fachada sul, (ilumina\u00e7\u00e3o natural difusa)<\/li>\n<li>Sombreamento de parte das fachadas com ado\u00e7\u00e3o de beirais;<\/li>\n<li>Rela\u00e7\u00e3o entre v\u00e3os abertos e fechados objetivando o m\u00e1ximo de conforto t\u00e9rmico por condicionamento passivo.<\/li>\n<\/ul>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"mso-yfti-irow: 2;\">\n<td style=\"border-bottom: #bfbfbf 1.5pt solid; border-left: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 140.1pt; padding-right: 5.4pt; border-top: #d4d0c8; border-right: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-top: 0cm; mso-border-themecolor: background1; mso-border-themeshade: 191; mso-border-top-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-top-themecolor: background1; mso-border-top-themeshade: 191;\" width=\"187\" valign=\"top\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\"><span style=\"font-family: Calibri; font-size: small;\">\u00a0<br \/><\/span><strong>SISTEMA ENERG\u00c9TICO<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td style=\"border-bottom: #bfbfbf 1.5pt solid; border-left: #d4d0c8; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 14cm; padding-right: 5.4pt; border-top: #d4d0c8; border-right: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-top: 0cm; mso-border-left-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-left-themecolor: background1; mso-border-left-themeshade: 191; mso-border-top-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-top-themecolor: background1; mso-border-top-themeshade: 191; mso-border-bottom-themecolor: background1; mso-border-bottom-themeshade: 191; mso-border-right-themecolor: background1; mso-border-right-themeshade: 191;\" width=\"529\" valign=\"top\">\n<ul>\n<li>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\">Placas fotovolt\u00e1icas de obten\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica;<\/div>\n<\/li>\n<li>Placas solares para aquecimento de \u00e1gua;<\/li>\n<li>Baterias de armazenamento.<\/li>\n<\/ul>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"mso-yfti-irow: 3;\">\n<td style=\"border-bottom: #bfbfbf 1.5pt solid; border-left: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 140.1pt; padding-right: 5.4pt; border-top: #d4d0c8; border-right: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-top: 0cm; mso-border-themecolor: background1; mso-border-themeshade: 191; mso-border-top-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-top-themecolor: background1; mso-border-top-themeshade: 191;\" width=\"187\" valign=\"top\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\"><span style=\"font-family: Calibri; font-size: small;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>EDUCA\u00c7\u00c3O E DIFUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\">\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"border-bottom: #bfbfbf 1.5pt solid; border-left: #d4d0c8; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 14cm; padding-right: 5.4pt; border-top: #d4d0c8; border-right: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-top: 0cm; mso-border-left-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-left-themecolor: background1; mso-border-left-themeshade: 191; mso-border-top-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-top-themecolor: background1; mso-border-top-themeshade: 191; mso-border-bottom-themecolor: background1; mso-border-bottom-themeshade: 191; mso-border-right-themecolor: background1; mso-border-right-themeshade: 191;\" width=\"529\" valign=\"top\">\n<ul>\n<li>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\">Instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas, hidr\u00e1ulicas e mec\u00e2nicas aparentes, buscando transpar\u00eancia em todos os equipamentos;<\/div>\n<\/li>\n<li>Acessibilidade por deficientes f\u00edsicos em todas as depend\u00eancias;<\/li>\n<li>Conceito de efici\u00eancia energ\u00e9tica integrada ao projeto arquitet\u00f4nico;<\/li>\n<li>Sistema de obten\u00e7\u00e3o de energia &#8220;limpa&#8221; com instala\u00e7\u00e3o de placas fotovolt\u00e1icas;<\/li>\n<li>Sistema de saneamento com reaproveitamento de \u00e1guas servidas;<\/li>\n<li>Paisagismo com esp\u00e9cies oriundas do Esp\u00edrito Santo;<\/li>\n<\/ul>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"mso-yfti-irow: 4; mso-yfti-lastrow: yes;\">\n<td style=\"border-bottom: #bfbfbf 1.5pt solid; border-left: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 140.1pt; padding-right: 5.4pt; border-top: #d4d0c8; border-right: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-top: 0cm; mso-border-themecolor: background1; mso-border-themeshade: 191; mso-border-top-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-top-themecolor: background1; mso-border-top-themeshade: 191;\" width=\"187\" valign=\"top\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\"><span style=\"font-family: Calibri; font-size: small;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>INSTALA\u00c7\u00d5ES COMPLEMENTARES<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\">\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<td style=\"border-bottom: #bfbfbf 1.5pt solid; border-left: #d4d0c8; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 5.4pt; width: 14cm; padding-right: 5.4pt; border-top: #d4d0c8; border-right: #bfbfbf 1.5pt solid; padding-top: 0cm; mso-border-left-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-left-themecolor: background1; mso-border-left-themeshade: 191; mso-border-top-alt: solid #BFBFBF 1.5pt; mso-border-top-themecolor: background1; mso-border-top-themeshade: 191; mso-border-bottom-themecolor: background1; mso-border-bottom-themeshade: 191; mso-border-right-themecolor: background1; mso-border-right-themeshade: 191;\" width=\"529\" valign=\"top\">\n<ul>\n<li>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;\">Sistema sanit\u00e1rio com tratamento das \u00e1guas servidas para reaproveitamento no vaso sanit\u00e1rio e jardins;<\/div>\n<\/li>\n<li>Equipamentos el\u00e9tricos de alta efici\u00eancia energ\u00e9tica;<\/li>\n<li>Eletrodom\u00e9sticos com o selo de qualidade PROCEL;<\/li>\n<li>Sistema de controle e avalia\u00e7\u00e3o do consumo energ\u00e9tico (softer desenvolvido pelo CEPEL);<\/li>\n<li>Aletas m\u00f3veis para controle da ventila\u00e7\u00e3o nos ambientes;<\/li>\n<li>Elevador para portadores de limita\u00e7\u00f5es locomotoras.<\/li>\n<\/ul>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<blockquote>\n<p><strong>3.2. O sistema viga-laje em madeira<\/strong>\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<div id=\"attachment_4792\" style=\"width: 306px\" class=\"wp-caption alignright\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4792\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-4792  \" title=\"casaeco6\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/casaeco6.gif\" alt=\"Esquema b\u00e1sico do sistema construtivo denominado viga-laje em madeira\" width=\"296\" height=\"365\" \/><p id=\"caption-attachment-4792\" class=\"wp-caption-text\">Figura 10 - Esquema b\u00e1sico do sistema construtivo denominado viga-laje em madeira<\/p><\/div>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">O sistema viga-laje em madeira (figura 10) foi testado na constru\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica do Arquip\u00e9lago de S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo, com excelente desempenho tanto sob o ponto de vista t\u00e9cnico estrutural como nas potencialidades espec\u00edficas constatadas na pr\u00e1tica (figura 11).<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Para a Casa Ecol\u00f3gica, foram inseridos novos testes ao sistema j\u00e1 consolidado: a ado\u00e7\u00e3o de madeira de reflorestamento (E. grandis) e a constru\u00e7\u00e3o em dois pavimentos com parte do pavimento t\u00e9rreo com p\u00e9 direito duplo. Embora o primeiro condicionante n\u00e3o tenha interferido fundamentalmente na concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica, a constru\u00e7\u00e3o em dois pavimentos exigiu a busca de solu\u00e7\u00f5es que possibilitassem a cria\u00e7\u00e3o da desej\u00e1vel intera\u00e7\u00e3o espacial entre os ambientes e, ao mesmo tempo, atendesse \u00e0 exig\u00eancia do sistema no que diz respeito ao travamento entre pain\u00e9is.<\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: justify\">Observa-se na figura 10 que o sistema &#8220;viga-laje em madeira&#8221; \u00e9 composto de pe\u00e7as de madeira serrada &#8211; sem entalhes para encaixe &#8211; unidos por uma barra rosqueada que \u00e9 fortemente apertada nas extremidades. Somente a uni\u00e3o de todos os elementos que comp\u00f5em os fechamentos &#8211; paredes, piso e cobertura &#8211; \u00e9 que garante a resist\u00eancia do conjunto, formando um monobloco \u00edntegro.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4786\" title=\"tab-sistema-construtivo\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/tab-sistema-construtivo.jpg\" alt=\"tab-sistema-construtivo\" width=\"591\" height=\"342\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a Casa Ecol\u00f3gica, est\u00e1 sendo testada a madeira de reflorestamento (eucalipto com densidade b\u00e1sica maior ou igual a 650 kg\/m3), com r\u00edgido controle em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade e secagem. As pe\u00e7as foram adquiridas secas em estufa (15%), aparelhadas e tratadas com sec\u00e7\u00e3o de 3,5 x 15 cm e comprimentos variados. O volume total de madeira previsto \u00e9 de 19 m3, j\u00e1 adquirido e em processo de produ\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Observa-se que a aus\u00eancia de encaixes permite a confec\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as com instrumentos b\u00e1sicos de marcenaria e a possibilidade de montagem da edifica\u00e7\u00e3o sem uso de equipamentos auxiliares de constru\u00e7\u00e3o e\/ou m\u00e3o de obra especializada. Al\u00e9m disso, os pain\u00e9is admitem solu\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas arrojadas, desde que obedecidos os necess\u00e1rios travamentos entre pain\u00e9is.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>\u00a04. COMENT\u00c1RIOS FINAIS<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">As obras para a constru\u00e7\u00e3o da Casa iniciaram em junho de 2000, estando previsto o t\u00e9rmino em cerca de 120 dias. Destaca-se que os projetos complementares, tais como tratamento de esgoto, ilumina\u00e7\u00e3o, energia solar, mobili\u00e1rio, etc. foram elaborados de acordo com as empresas parceiras do setor privado e\/ou governamental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Casa atualmente est\u00e1 em processo de constru\u00e7\u00e3o prevendo-se o monitoramento de todas as etapas de obras para posterior avalia\u00e7\u00e3o do sistema adotado sendo que j\u00e1 est\u00e3o em andamento os estudos preliminares para o desenvolvimento de um prot\u00f3tipo de habita\u00e7\u00e3o popular para fam\u00edlias de baixa renda, adotando-se os mesmos princ\u00edpios construtivos utilizados na Casa Ecol\u00f3gica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Espera-se que a uni\u00e3o entre o setor produtivo da economia (eco = casa; nomia = gest\u00e3o) e os princ\u00edpios da ecologia (eco = casa, logia = estudo) possam ser exemplificados, fisicamente, na viabiliza\u00e7\u00e3o da &#8220;Casa Ecol\u00f3gica&#8221; numa verdadeira demonstra\u00e7\u00e3o que ambos os setores podem ser compat\u00edveis, adequados ao ambiente urbano e, acima de tudo, coerentes com as prerrogativas estabelecidas para o novo s\u00e9culo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4788\" title=\"casaeco7\" src=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/casaeco7.gif\" alt=\"casaeco7\" width=\"472\" height=\"384\" srcset=\"http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/casaeco7.gif 659w, http:\/\/planetaorganico.agropecuaria.ws\r\n\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/casaeco7-300x243.gif 300w\" sizes=\"(max-width: 472px) 100vw, 472px\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoBodyText2\" style=\"MARGIN-TOP: 6pt; mso-pagination: none\"><strong><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: x-small;\"><span style=\"mso-bidi-font-weight: normal\" lang=\"PT-BR\">6 REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/span><\/span><span style=\"FONT-SIZE: 10pt\" lang=\"PT-BR\"> <\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt; mso-pagination: none\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span lang=\"PT-BR\">ALVAREZ, C. E. et al. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">A Casa Ecol\u00f3gica<\/em>. Vit\u00f3ria, ES, SEAMA\/ARACRUZ\/UFES, 1999. (relat\u00f3rio interno) <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt; mso-pagination: none\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span lang=\"PT-BR\">ALVAREZ, C. E. de, MELO, J. E. de. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">A Esta\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica do Arquip\u00e9lago de S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo<\/em>. Vit\u00f3ria, ES. Ed. UFES, 2000. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt; mso-pagination: none\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span lang=\"PT-BR\">ANDRADE, M. C. O. de.. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">O desafio ecol\u00f3gico: utopia e realidade<\/em>. S\u00e3o Paulo, SP: Hucitec. <\/span><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">1994. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">ASENCIO, F.. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">World of environmental design<\/em>. <\/span><span style=\"mso-ansi-language: ES-TRAD\" lang=\"ES-TRAD\">Barcelona: Curver. 1994-95. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span style=\"mso-ansi-language: ES-TRAD\" lang=\"ES-TRAD\">BROWN, G. Z. et al.. <\/span><em style=\"mso-bidi-font-style: normal\"><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">Inside out: design procedures for passive environmental technologies<\/span><\/em><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">. 2<sup>\u00aa<\/sup> ed. New York, NY: John Willy &amp; Sons Inc. 1992. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt; mso-pagination: none\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span lang=\"PT-BR\">BR\u00dcGGER, P. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">Educa\u00e7\u00e3o ou adestramento ambiental?<\/em> Florian\u00f3polis, SC: Livraria e Editora Obra Jur\u00eddica Ltda. 1999. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt; mso-pagination: none\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span lang=\"PT-BR\">CARVALHO, B. de. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">Ecologia e Arquitetura. Ecoarquitetura: onde e como vive o homem<\/em>.<em style=\"mso-bidi-font-style: normal\"> <\/em>Rio de Janeiro: Globo. <\/span><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">1984. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">COLLIER, T. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">Design, technology and the development process in the built environment<\/em>. Faculty of the built environment, Universitu of Central England, Birminghan, UK: E&amp;FN Spon. 1995. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">COTTON-WINSLOW, M. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">Environmental design: the best of Arqchitecture &amp; Technology<\/em>. New York, NY: The library of applied design. 1990. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">CROWTHER, R. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">Ecologic Architecture<\/em>. Boston: Butterworth Architecture, 1992. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span lang=\"PT-BR\">FIGUEIREDO, P. J. M. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">A sociedade do lixo: os res\u00edduos, a quest\u00e3o energ\u00e9tica e a crise ambiental<\/em>. 2<sup>\u00aa<\/sup> ed. Piracicaba, SP: Ed. UNIMEP. 1995. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span lang=\"PT-BR\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\">GUIMAR\u00c3ES, G. D. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">An\u00e1lise energ\u00e9tica na constru\u00e7\u00e3o de habita\u00e7\u00f5es<\/em>. Rio de Janeiro: UFRJ, 1985. (<\/span><em style=\"mso-bidi-font-style: normal\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\">Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado) <\/span><\/em><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><em style=\"mso-bidi-font-style: normal\"><span lang=\"PT-BR\">HERTZ, J. Ecot\u00e9cnicas em arquitetura: Como Projetar nos Tr\u00f3picos \u00damidos no Brasil.<\/span><\/em><span lang=\"PT-BR\"> S\u00e3o Paulo: Pioneira. 1998. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span lang=\"PT-BR\">LAMBERTS, R. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">Efici\u00eancia Energ\u00e9tica na Arquitetura.<\/em> S\u00e3o Paulo: PW Editores. 1997. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span lang=\"PT-BR\">ODUM, E. P. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">Ecologia<\/em>. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara. <\/span><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">1988. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">PAPANEK, V. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">The green imperative ecology and ethics in design and architecture<\/em>. London, UK: Thamus and Hudson. 1995. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span style=\"mso-ansi-language: EN-US\">VALE, B.; VALE R. <em style=\"mso-bidi-font-style: normal\">Green Architecture: design for a sustainable future.<\/em> London, UK: Thames and Hudson Ltd.,. 1996. <\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,verdana; font-size: xx-small;\"><span style=\"mso-ansi-language: ES-TRAD\" lang=\"ES-TRAD\">VAN LENGEN, J. <em>Manual del arquitecto descalzo: Como construir casas y otros edificios<\/em>, M\u00e9xico, ed. <\/span><span lang=\"PT-BR\">Concepto. 1982.<\/span><\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: -17pt; MARGIN: 6pt 0cm 0pt 17pt\">\u00a0<\/p>\n<\/blockquote><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 A casa ecol\u00f3gica: uma proposta que re\u00fane tecnologia, conforto e coer\u00eancia com os princ\u00edpios ambientais\u00a0\u00a0 Cristina\u00a0 Engel de ALVAREZProf\u00aa Assistente UFES, Doutoranda pela FAUUSPArquiteta coordenadora do Laborat\u00f3rio de Planejamento e Projetos LPP\/CAR\/UFESE-mail: engel@npd.ufes.br Patr\u00edcia M. Cony DANTAS\u00a0 &#8211; Mestranda pela UFRJ &#8211; arquiteta do LPP\/CAR\/UFES Marcelo S. 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